Gostaria de dizer algo a vocês.
Neste tempo de crise economica generalizada, algo tem sido fundamental à minha vida. O foco do pensamento no ponto de vista que sempre me guiou: o olhar à realidade, com o pensamento positivo que permite abrir novos horizontes e renovar instantes, transformar historias e construir caminhos próprios em nome do que todos aspiramos, a felicidade. Esta, que não dá tempo de deixar para amanhã. Que é experimentada nas coisas simples ou intensas, tão pessoalmente vividas, que são indescritiveis em palavras. São sensações que vão se amalgamando em nosso coração. A vida não anda fácil pra ninguém, pelo menos para as pessoas com quem tenho tido a oportunidade de conviver. Em quase 24 anos de Jornalismo, como profissional autônoma, embora tenha testemunhado crises, por exemplo, o Plano Real, nunca experimentei, pessoalmente, uma realidade destas. E não sou a única, só não fico gritando detalhes aos quatro ventos, por escolha e porque não dá tempo para lamentar.Mas, este não é o ponto. Apenas quis ilustrar para os leitores do rótulo "falar é facil"! O que desejo compartilhar é a força sagrada e abençoada que crenças e padrões de pensamento podem gerar. Por coincidência, ao pensar em escrever este texto, vi a imagem anexa, em frase de Cláudia Giudice, também jornalista que, após sua saída do grupo Abril, onde comandava dezenas de revistas, deu um salto para a vida sem crachá, em nome de uma qualidade e felicidade especiais. Como acredito que coincidências são, de fato, deusidências, escolhi a frase e foto para ilustrar exatamente o que eu quero dizer. Enquanto surgem demissões, falta de emprego e tudo o mais, surgem também as oportunidades. Uma vaga no mercado de trabalho em crise, pode ser a lacuna que você irá ocupar com seu talento e competência. Para mim, o último ano, com volumes reduzidos de trabalho, em especial na area cultural, sucateada em primeira instância, tem sido chance de duas coisas especiais. Primeira, a oportunidade de me aperfeiçoar no Jornalismo, ampliando a qualidade dos meus serviços, adequando-os ao novo modelo de Comunicação, estudando, entre outros aspectos, as ferramentas de uso eficaz das redes sociais, enfim... Quem me contrata hoje, conta com uma plataforma de ações ainda mais efetiva que há um ano atrás. É isso que o Mercado sempre desejará de nós. Aperfeiçoamento. O outro ponto, para os que me conhecem, tem sido a oportunidade de exercitar, mais diretamente, a arte, que sempre me acompanhou, desde a infancia e ao lado do Jornalismo. Ano passado, com mais tempo livre tive a oportunidade de retomar grupos, estudos e contato direto com tudo que me alimenta: o teatro, a música, a pintura, os bordados e trabalhos manuais, o artesanato, minha grife titiafrancisquinha, as vendas, minha causa voluntária e muito mais. Disso uma certeza, já afirmada em palestra que dei em universidades, estimulando a escolha profissional pelo que vibra no coração. A cada dia, quero fazer dos meus planos B, ao lado do Jornalismo, planos A, AAAA... quantos puder exercitar para que a alma prossiga alimentada e a vida dignificada. Governos passam, crises são superadas mais dia, menos dia. O importante é criar o novo, transmutar preocupacões e medos, pagar as contas. Todo trabalho honesto é digno. Não relute em mostrar aos outros seu coração transparente, suas verdades, seus dons, talentos - todos nós temos algum. O despertar é a consciência de que o divino, presente na fé que cada um carrega dentro de si, é abundancia. Pense menos em matéria, concentre-se na prosperidade, que provê absolutamente tudo, nem sempre a seu tempo, mas no Kairós, o tempo de Deus. Este tempo que pode não coincidir com seu desejo, mas, que traz em melhor hora, as respostas exatas. Eu atesto. Esta é formula para um coração tranquilo. A paz no travesseiro. Para finalizar, uma lembrança: o ser não é sozinho. Compartilhe o pouco ou o muito que tem. Leve seu olhar além de si proprio. Perceba realidades alheias. Aprenda com os sabios, ensine o que pode. A união é a palavra dos tempos atuais. A ordem da sobrevivencia é exercicio de partilhas e parcerias. Confie em você, observe pares afins, não perca tempo com criticas dos outros. É você o autor da própria vida. E o tempo está passando... No mais, é agradecer o milagre da vida e prosseguir. Abraço de luz, Marcia Francisco
Sou brasileira, mineira, belo-horizontina e amo minha terra!
Sou jornalista, escritora, cantora, atriz, poeta, artesã, filha, mãe, mulher.
Acredito na capacidade do ser humano em ser feliz: hoje. Acredito em Deus e no amor. Acredito no sonho, na ação e no sucesso.
Acredito em Maria e Madalena.
Acredito na luz do Espírito Santo, na esperança e na perseverança.
Acredito no indivíduo e sua capacidade de se aperfeiçoar
Acredito na arte e na transmutação, na alma e no coração, na paz e no perdão.
Acredito no condor, no beija-flor e no arco-iris...na força do fogo, do sol, da lua e dos ventos, da água e da terra, dos lobos, das águias...e muito mais!
Acredito na luz do sagrado feminino, na teia abençoada dos círculos de mulheres, das que foram às que virão. Na inspiração do encontro que cria, cura, fia e confia.
O FEMININO EM MIM surge para partilhar esse meu olhar feminino que ACREDITA!
Grata pela sua presença especial.
Márcia Francisco
Sou jornalista, escritora, cantora, atriz, poeta, artesã, filha, mãe, mulher.
Acredito na capacidade do ser humano em ser feliz: hoje. Acredito em Deus e no amor. Acredito no sonho, na ação e no sucesso.
Acredito em Maria e Madalena.
Acredito na luz do Espírito Santo, na esperança e na perseverança.
Acredito no indivíduo e sua capacidade de se aperfeiçoar
Acredito na arte e na transmutação, na alma e no coração, na paz e no perdão.
Acredito no condor, no beija-flor e no arco-iris...na força do fogo, do sol, da lua e dos ventos, da água e da terra, dos lobos, das águias...e muito mais!
Acredito na luz do sagrado feminino, na teia abençoada dos círculos de mulheres, das que foram às que virão. Na inspiração do encontro que cria, cura, fia e confia.
O FEMININO EM MIM surge para partilhar esse meu olhar feminino que ACREDITA!
Grata pela sua presença especial.
Márcia Francisco
Mostrando postagens com marcador feminino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador feminino. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
REFLEXÃO EM TEMPOS DE CRISE ECONÔMICA
Marcadores:
carreiras,
como driblar a crise,
coragem,
crise,
crise economica,
determinação,
escolha profissional,
feminino,
força feminina,
Marcia Francisco,
mulher,
o feminino em mim,
pensamento positivo,
plano b
segunda-feira, 25 de março de 2013
NOSSO BLOG TEM FACEBOOK!
Caros amigos,
desculpem-me pela breve lacuna entre os posts aqui.
É que neste curto período do mês de março, me dediquei a um pedido dos seguidores do nosso facebook do blog: posts para compartilhar.
Aos poucos, irei postar todos aqui, bem como, convido aos que são usuários do Facebook a curtirem nossa página por lá: www.facebook.com/ofemininoemmim
Continuem conosco!
abraço de luz,
Márcia Francisco
desculpem-me pela breve lacuna entre os posts aqui.
É que neste curto período do mês de março, me dediquei a um pedido dos seguidores do nosso facebook do blog: posts para compartilhar.
Aos poucos, irei postar todos aqui, bem como, convido aos que são usuários do Facebook a curtirem nossa página por lá: www.facebook.com/ofemininoemmim
Continuem conosco!
abraço de luz,
Márcia Francisco
Marcadores:
feminino,
Marcia Francisco,
mulher,
NOSSO BLOG TEM FACEBOOK,
o feminino em mim,
PARTILHAS,
sagrado feminino
domingo, 3 de fevereiro de 2013
HISTÓRIAS DE LOBOS I
Um velho lobo, encantado com a jovem matriz fêmea de outra alcatéia, decide dançar para encantá-la. Fêmea que baila na confiança da sua maestria, cumpre sua parte na coreografia.
Vendo sua fêmea, um jovem macho à distância observa, permanece impassível e não faz nenhum movimento à não ser o do olhar que a acompanha bailar.Em seguida, gerando a sensação de um lapso, a fêmea conclui sua dança e deixa o velho lobo a sonhar.
Dirigindo-se à sua fêmea, o jovem macho dá um passo e um olhar, levanta o braço e basta um gesto e uma corte: ela começa, com ele, a bailar. Atônito, o velho lobo gira em círculos e rodeios confusos e, pergunta à outra loba que tudo assistiu: - “você viu minha loba?” No silêncio que ela aprendeu a cultivar, responde: - “não”. E ele segue, cabisbaixo, em circunferências tontas, rumo à busca de sua verdadeira loba. Mas, no caminho pára e recolhe-se ao seu penar.
O jovem lobo demonstra sua força e excelência: demarcou o seu território. É dele, e sempre será, a loba que baila em espirais fêmeas e silenciosamente lúcidas de puro amor.
Dizem que lobos só tem instintos, mas, mas, afirmo, alguns exalam amor.
São lobo e loba e nada mais.
Um lobo que reconhece em si a própria força e grandeza nada teme, apenas realiza.
O jovem lobo cedo encontrou sua maestria.
O velho lobo também já aprendeu. Mas, é da característica do instinto, exercitar-se no cortejo e na caça, para renovar a própria vida.
As lobas aprendem mais cedo e livres, circulam, mas, sempre retomam seu lugar. Seja quando for o retorno, as mais velhas já sabem que os velhos lobos sempre voltam e, antes delas, a esperam para colo terno que só elas oferecerão. Já maduro, quase materno, não importa, necessário centro nutriz.
E assim será, será, será, na terra dos lobos e noutras mais.
(Márcia Francisco - copyright)
Marcadores:
contos,
feminino,
feminino sagrado,
historias de lobos,
historias de lobos 1,
Marcia Francisco,
mulher,
mulheres e lobos,
mulheres que correm com lobos
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DO BOM PARTO
Ó Maria Santíssima, vós,
por um privilégio especial de Deus,
fostes isenta da mancha do pecado original,
e devido a este privilégio
não sofrestes os incômodos da maternidade,
nem ao tempo da gravidez e nem no parto,
mas compreendeis perfeitamente
o coração das mães que esperam um filho.
Minha nossa Senhora do Bom Parto,
protegei as mulheres que vão dar luz.
Que suas mãos carinhosas repousem sobre suas mentes
e que suas palavras de conforto as acalme.
E que seu manto as cubra e as proteja de todo mal
com seu abraço as envolva em seu colo de mãe.
Vinde, oh Mãe poderosa e digna de devoção traga paz,
sossego para os corações desesperados
e que o medo seja abominado de seus pensamentos.
Que a fé as fortifique e as faça crer
que Deus é Pai, poderoso e que tudo pode.
Que a dor, o sofrimento sejam amenizados,
que à hora esperada seja santa e sagrada.
Minha santíssima, interceda em nome de todas as mulheres
que têm o poder de ter em seu ventre um filho de Deus.
Que o seu amor abençoe e santifique a cabeça daquele
que o senhor deixou no mundo para representá-lo na saúde.
Que sua mão conduza e acaricie aquelas
que têm a função de trazer ao mundo uma vida.
E que o amor de mãe continue forte, protetor e único pra sempre.
Amém.
por um privilégio especial de Deus,
fostes isenta da mancha do pecado original,
e devido a este privilégio
não sofrestes os incômodos da maternidade,
nem ao tempo da gravidez e nem no parto,
mas compreendeis perfeitamente
o coração das mães que esperam um filho.
Minha nossa Senhora do Bom Parto,
protegei as mulheres que vão dar luz.
Que suas mãos carinhosas repousem sobre suas mentes
e que suas palavras de conforto as acalme.
E que seu manto as cubra e as proteja de todo mal
com seu abraço as envolva em seu colo de mãe.
Vinde, oh Mãe poderosa e digna de devoção traga paz,
sossego para os corações desesperados
e que o medo seja abominado de seus pensamentos.
Que a fé as fortifique e as faça crer
que Deus é Pai, poderoso e que tudo pode.
Que a dor, o sofrimento sejam amenizados,
que à hora esperada seja santa e sagrada.
Minha santíssima, interceda em nome de todas as mulheres
que têm o poder de ter em seu ventre um filho de Deus.
Que o seu amor abençoe e santifique a cabeça daquele
que o senhor deixou no mundo para representá-lo na saúde.
Que sua mão conduza e acaricie aquelas
que têm a função de trazer ao mundo uma vida.
E que o amor de mãe continue forte, protetor e único pra sempre.
Amém.
Marcadores:
circulo de mulheres,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
hora do parto,
mãe,
Marcia Francisco,
mulher,
oração a nossa senhora do bom parto,
oração mãe,
ser mãe
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
ABUELA MARGARITA
"Meus antepassados nos deixaram aos avós a custódia do conhecimento: 'chegará o dia em que se voltará a compartilhar em círculos abertos'. Creio que esse tempo chegou. "
(Abuela Margarita)
"Herdeira e guardiã do conhecimento indígena ancestral, a abuela Margarita vem transmitindo pelo mundo importantes mensagens para os dias de hoje: o despertar do feminino em homens e mulheres, a reconexão com a Mãe Terra, a nossa natureza espiritual e sagrada e o poder que todos temos dentro de nós.
Desde o México viaja até nós para partilhar os ensinamentos e rituais necessários para ajudar a recuperar a memória celular de quem somos.
Portadora de Chanupa Sagrada, pertence ao conselho de anciãos indígenas e dedica-se a praticar e transmitir o conhecimento das Cerimónias Sagradas e dos círculos de Dança do Sol, da Terra e da Lua.
A sua palavra e olhar são flechas que apontam directas ao coração. Quando nos olha nos olhos e nos diz que somos sagrados e que a nossa origem é divina, algo profundo dentro de nós se agita" (fonte: blog abuelamargaritaemportugal)
Segue entrevista de Abuela Margarita ao Diário La Vanguadia - arquivo:
"Cuando quiero algo me lo pido a mi misma"
- Abuela Margarita (Entrevista, Diario La vanguardia, 2007)
La Abuela Margarita, curandera y guardiana de la tradición maya, se crió con su bis abuela, que era curandera y milagrera. Practica y conoce los círculos de danza del sol, de la tierra, de la luna, y la búsqueda de visión.
Ella nos dice: "Tengo 71 años. Nací en el campo, en el estado de Jalisco (México), y vivo en la montaña. Soy viuda, tengo dos hijas y dos nietos de mis hijas, pero tengo miles con los que he podido aprender el amor sin apego. Nuestro origen es la Madre Tierra y el Padre Sol. He venido a la Fira de la Terra para recordarles lo que hay dentro de cada uno."
-¿Dónde vamos tras esta vida?
-¡Uy hija mía, al disfrute! La muerte no existe. Las muerte simplemente es dejar el cuerpo físico, si quieres.
-¿Cómo que si quieres…?
-Te lo puedes llevar. Mi bisabuela era chichimeca, me crié con ella hasta los 14 años, era una mujer prodigiosa, una curandera, mágica, milagrosa. Aprendí mucho de ella.
-Ya se la ve a usted sabia, abuela.
-El poder del cosmos, de la tierra y del gran espíritu está ahí para todos, basta tomarlo. Los curanderos valoramos y queremos mucho los cuatro elementos (fuego, agua, aire y tierra), los llamamos abuelos. La cuestión es que estaba una vez en España cuidando de un fuego, y nos pusimos a charlar.
-¿Con quién?
-Con el fuego. “Yo estoy en ti”, me dijo. “Ya lo sé”, respondí. “Cuando decidas morir retornarás al espíritu, ¿por qué no te llevas el cuerpo?”, dijo. “¿Cómo lo hago?”, pregunté.
-Interesante conversación.
-”Todo tu cuerpo está lleno de fuego y también de espíritu -me dijo-, ocupamos el cien por cien dentro de ti. El aire son tus maneras de pensar y ascienden si eres ligero. De agua tenemos más del 80%, que son los sentimientos y se evaporan. Y tierra somos menos del 20%, ¿qué te cuesta cargar con eso?”.
-¿Y para qué quieres el cuerpo?
-Pues para disfrutar, porque mantienes los cinco sentidos y ya no sufres apegos. Ahora mismo están aquí con nosotras los espíritus de mi marido y de mi hija.
-Hola.
-El muertito más reciente de mi familia es mi suegro, que se fue con más de 90 años. Tres meses antes de morir decidió el día. “Si se me olvida -nos dijo-, me lo recuerdan”. Llegó el día y se lo recordamos. Se bañó, se puso ropa nueva y nos dijo: “Ahora me voy a descansar”. Se tumbó en la cama y murió. Eso mismo le puedo contar de mi bisabuela, de mis padres, de mis tías…
-Y usted, abuela, ¿cómo quiere morir?
-Como mi maestro Martínez Paredes, un maya poderoso. Se fue a la montaña: “Al anochecer vengan a por mi cuerpo”. Se le oyó cantar todo el día y cuando fueron a buscarle, la tierra estaba llena de pisaditas. Así quiero yo morirme, danzando y cantando. ¿Sabe lo que hizo mi papá?
-¿Qué hizo?
-Una semana antes de morir se fue a recoger sus pasos. Recorrió los lugares que amaba y a la gente que amaba y se dio el lujo de despedirse. La muerte no es muerte, es el miedo que tenemos al cambio. Mi hija me está diciendo: “Habla de mí”, así que le voy a hablar de ella.
-Su hija, ¿también decidió morir?
-Sí. Hay mucha juventud que no puede realizarse, y nadie quiere vivir sin sentido.
-¿Qué merece la pena?
-Cuando miras a los ojos y dejas entrar al otro en ti y tú entras en el otro y te haces uno. Esa relación de amor es para siempre, ahí no hay hastío. Debemos entender que somos seres sagrados, que la Tierra es nuestra Madre y el Sol nuestro Padre. Hasta hace bien poquito los huicholes no aceptaban escrituras de propiedad de la tierra. “¿Cómo voy a ser propietario de la Madre Tierra?”, decían.
-Aquí la tierra se explota, no se venera.
-¡La felicidad es tan sencilla!, consiste en respetar lo que somos, y somos tierra, cosmos y gran espíritu. Y cuando hablamos de la madre tierra, también hablamos de la mujer que debe ocupar su lugar de educadora.
-¿Cuál es la misión de la mujer?
-Enseñar al hombre a amar. Cuando aprendan, tendrán otra manera de comportarse con la mujer y con la madre tierra. Debemos ver nuestro cuerpo como sagrado y saber que el sexo es un acto sagrado, esa es la manera de que sea dulce y nos llene de sentido. La vida llega a través de ese acto de amor. Si banalizas eso, ¿qué te queda? Devolverle el poder sagrado a la sexualidad cambia nuestra actitud ante la vida. Cuando la mente se une al corazón todo es posible. Yo quiero decirle algo a todo el mundo…
-¿...?
-Que pueden usar el poder del Gran Espíritu en el momento que quieran. Cuando entiendes quién eres, tus pensamientos se hacen realidad. Yo, cuando necesito algo, me lo pido a mí misma. Y funciona.
-Hay muchos creyentes que ruegan a Dios, y Dios no les concede.
-Porque una cosa es ser limosnero y otra, ordenarte a ti mismo, saber qué es lo que necesitas. Muchos creyentes se han vuelto dependientes, y el espíritu es totalmente libre; eso hay que asumirlo. Nos han enseñado a adorar imágenes en lugar de adorarnos a nosotros mismos y entre nosotros.
-Mientras no te empaches de ti mismo.
-Debemos sutilizar nuestra sombra, ser más ligeros, afinar las capacidades, entender. Entonces es fácil curar, tener telepatía y comunicarse con los otros, las plantas, los animales. Si decides vivir todas tus capacidades para hacer el bien, la vida es deleite.
-¿Desde cuándo lo sabe?
-Momentos antes de morir mi hija me dijo: “Mamá, carga tu sagrada pipa, tienes que compartir tu sabiduría y vas a viajar mucho. No temas, yo te acompañaré”. Yo vi con mucho asombro como ella se incorporaba al cosmos. Experimenté que la muerte no existe. El horizonte se amplió y las percepciones perdieron los límites, por eso ahora puedo verla y escucharla, ¿lo cree posible?
-Sí.
-Mis antepasados nos dejaron a los abuelos la custodia del conocimiento: “Llegará el día en que se volverá a compartir en círculos abiertos”. Creo que ese tiempo ha llegado.
- Abuela Margarita (Entrevista, Diario La vanguardia, 2007)
La Abuela Margarita, curandera y guardiana de la tradición maya, se crió con su bis abuela, que era curandera y milagrera. Practica y conoce los círculos de danza del sol, de la tierra, de la luna, y la búsqueda de visión.
Ella nos dice: "Tengo 71 años. Nací en el campo, en el estado de Jalisco (México), y vivo en la montaña. Soy viuda, tengo dos hijas y dos nietos de mis hijas, pero tengo miles con los que he podido aprender el amor sin apego. Nuestro origen es la Madre Tierra y el Padre Sol. He venido a la Fira de la Terra para recordarles lo que hay dentro de cada uno."
-¿Dónde vamos tras esta vida?
-¡Uy hija mía, al disfrute! La muerte no existe. Las muerte simplemente es dejar el cuerpo físico, si quieres.
-¿Cómo que si quieres…?
-Te lo puedes llevar. Mi bisabuela era chichimeca, me crié con ella hasta los 14 años, era una mujer prodigiosa, una curandera, mágica, milagrosa. Aprendí mucho de ella.
-Ya se la ve a usted sabia, abuela.
-El poder del cosmos, de la tierra y del gran espíritu está ahí para todos, basta tomarlo. Los curanderos valoramos y queremos mucho los cuatro elementos (fuego, agua, aire y tierra), los llamamos abuelos. La cuestión es que estaba una vez en España cuidando de un fuego, y nos pusimos a charlar.
-¿Con quién?
-Con el fuego. “Yo estoy en ti”, me dijo. “Ya lo sé”, respondí. “Cuando decidas morir retornarás al espíritu, ¿por qué no te llevas el cuerpo?”, dijo. “¿Cómo lo hago?”, pregunté.
-Interesante conversación.
-”Todo tu cuerpo está lleno de fuego y también de espíritu -me dijo-, ocupamos el cien por cien dentro de ti. El aire son tus maneras de pensar y ascienden si eres ligero. De agua tenemos más del 80%, que son los sentimientos y se evaporan. Y tierra somos menos del 20%, ¿qué te cuesta cargar con eso?”.
-¿Y para qué quieres el cuerpo?
-Pues para disfrutar, porque mantienes los cinco sentidos y ya no sufres apegos. Ahora mismo están aquí con nosotras los espíritus de mi marido y de mi hija.
-Hola.
-El muertito más reciente de mi familia es mi suegro, que se fue con más de 90 años. Tres meses antes de morir decidió el día. “Si se me olvida -nos dijo-, me lo recuerdan”. Llegó el día y se lo recordamos. Se bañó, se puso ropa nueva y nos dijo: “Ahora me voy a descansar”. Se tumbó en la cama y murió. Eso mismo le puedo contar de mi bisabuela, de mis padres, de mis tías…
-Y usted, abuela, ¿cómo quiere morir?
-Como mi maestro Martínez Paredes, un maya poderoso. Se fue a la montaña: “Al anochecer vengan a por mi cuerpo”. Se le oyó cantar todo el día y cuando fueron a buscarle, la tierra estaba llena de pisaditas. Así quiero yo morirme, danzando y cantando. ¿Sabe lo que hizo mi papá?
-¿Qué hizo?
-Una semana antes de morir se fue a recoger sus pasos. Recorrió los lugares que amaba y a la gente que amaba y se dio el lujo de despedirse. La muerte no es muerte, es el miedo que tenemos al cambio. Mi hija me está diciendo: “Habla de mí”, así que le voy a hablar de ella.
-Su hija, ¿también decidió morir?
-Sí. Hay mucha juventud que no puede realizarse, y nadie quiere vivir sin sentido.
-¿Qué merece la pena?
-Cuando miras a los ojos y dejas entrar al otro en ti y tú entras en el otro y te haces uno. Esa relación de amor es para siempre, ahí no hay hastío. Debemos entender que somos seres sagrados, que la Tierra es nuestra Madre y el Sol nuestro Padre. Hasta hace bien poquito los huicholes no aceptaban escrituras de propiedad de la tierra. “¿Cómo voy a ser propietario de la Madre Tierra?”, decían.
-Aquí la tierra se explota, no se venera.
-¡La felicidad es tan sencilla!, consiste en respetar lo que somos, y somos tierra, cosmos y gran espíritu. Y cuando hablamos de la madre tierra, también hablamos de la mujer que debe ocupar su lugar de educadora.
-¿Cuál es la misión de la mujer?
-Enseñar al hombre a amar. Cuando aprendan, tendrán otra manera de comportarse con la mujer y con la madre tierra. Debemos ver nuestro cuerpo como sagrado y saber que el sexo es un acto sagrado, esa es la manera de que sea dulce y nos llene de sentido. La vida llega a través de ese acto de amor. Si banalizas eso, ¿qué te queda? Devolverle el poder sagrado a la sexualidad cambia nuestra actitud ante la vida. Cuando la mente se une al corazón todo es posible. Yo quiero decirle algo a todo el mundo…
-¿...?
-Que pueden usar el poder del Gran Espíritu en el momento que quieran. Cuando entiendes quién eres, tus pensamientos se hacen realidad. Yo, cuando necesito algo, me lo pido a mí misma. Y funciona.
-Hay muchos creyentes que ruegan a Dios, y Dios no les concede.
-Porque una cosa es ser limosnero y otra, ordenarte a ti mismo, saber qué es lo que necesitas. Muchos creyentes se han vuelto dependientes, y el espíritu es totalmente libre; eso hay que asumirlo. Nos han enseñado a adorar imágenes en lugar de adorarnos a nosotros mismos y entre nosotros.
-Mientras no te empaches de ti mismo.
-Debemos sutilizar nuestra sombra, ser más ligeros, afinar las capacidades, entender. Entonces es fácil curar, tener telepatía y comunicarse con los otros, las plantas, los animales. Si decides vivir todas tus capacidades para hacer el bien, la vida es deleite.
-¿Desde cuándo lo sabe?
-Momentos antes de morir mi hija me dijo: “Mamá, carga tu sagrada pipa, tienes que compartir tu sabiduría y vas a viajar mucho. No temas, yo te acompañaré”. Yo vi con mucho asombro como ella se incorporaba al cosmos. Experimenté que la muerte no existe. El horizonte se amplió y las percepciones perdieron los límites, por eso ahora puedo verla y escucharla, ¿lo cree posible?
-Sí.
-Mis antepasados nos dejaron a los abuelos la custodia del conocimiento: “Llegará el día en que se volverá a compartir en círculos abiertos”. Creo que ese tiempo ha llegado.
Marcadores:
abuela margarita,
circulo mulheres,
conhecimento ancestral,
feminino,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
mulher,
o feminino em mim,
sabedoria
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
MOMENTO MARTHA MEDEIROS, RETALHOS SOFISTICADOS, SELEÇÃO ARTESANAL
"Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar" (Martha Medeiros)
“Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade.Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz.. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais.” (Martha Medeiros)
“O que eu fui ontem e anteontem já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.” (Martha Medeiros)
“Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.”
(Martha Medeiros)
“Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande, é a sua sensibilidade sem tamanho.” (Martha Medeiros)
“O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o incurável do centro das atenções.” (Martha Medeiros)
"Há homens que têm patroa.
Há homens que têm mulher.
E há mulheres que escolhem o que querem ser."
(Martha Medeiros)
"Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz. " (Martha Medeiros)
“Eu me conheço bem, mas sei que posso me surpreender comigo mesmo, a qualquer minuto” (Martha Medeiros)
Tenho juizo, mas não faço tudo certo, afinal todo paraíso precisa de um pouco de inferno! (Martha Medeiros)
"Existe alguma possibilidade de encontrar vida inteligente em quem se despede dizendo "beijo no coração"? Mandemos beijos e abraços sem determinar onde, quem os receber tratará de sentí-los no local adequado." (Martha Medeiros)
"Apenas sentem-se agredidos aqueles que te invejam" (Martha Medeiros)
Quando olho para o meu passado, encontro uma mulher bem parecida comigo - por acaso, eu mesma - porém essa mulher sabia menos, conhecia menos lugares, menos emoções. (Martha Medeiros)
“De mim, que tanto falam/Quero que reste o que calei/ Que tanto rezam por mim/ Quero que fique o que pequei/ De mim, que tanto sabem/ Quero que saibam que não sei.” (Martha Medeiros)
“Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós.” (Martha Medeiros)
Marcadores:
circulo de mulheres,
feminino,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
martha medeiros,
martha medeiros frases,
mulher,
o feminino em mim
REFLEXÕES COM JOSÉ SARAMAGO
“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse: 'Não há mais o que ver', saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava”.
(José Saramago)
(José Saramago)
Marcadores:
a viagem não acaba nunca,
circulo de mulheres,
feminino,
feminino sagrado,
frases saramago,
josé saramago,
Marcia Francisco,
mulher,
o feminino em mim
IN COLORES
“A melancolia ameaça”,
já disse Adélia Prado.
Vou para a cozinha.Uma boa xícara de café deve bastar.
Mas, o que houve com
aquele café 3 Corações da infância,
com sabor de mãe
e jingle de Sérgio Moreira?
As colheres de pó
já não são mais suficientes
para trazer de volta o sabor.
Como acredito em Deus,
Imagino que errei a mão.
Passo geléia no pão
e adoço o sabor do dia
que apenas amanheceu.
Tento amanhecer com ele.
Parece que o tempo
escureceu até o sol.
Mas acredito em
Maravilhas.
(Márcia Francisco)
já disse Adélia Prado.
Vou para a cozinha.Uma boa xícara de café deve bastar.
Mas, o que houve com
aquele café 3 Corações da infância,
com sabor de mãe
e jingle de Sérgio Moreira?
As colheres de pó
já não são mais suficientes
para trazer de volta o sabor.
Como acredito em Deus,
Imagino que errei a mão.
Passo geléia no pão
e adoço o sabor do dia
que apenas amanheceu.
Tento amanhecer com ele.
Parece que o tempo
escureceu até o sol.
Mas acredito em
Maravilhas.
(Márcia Francisco)
Marcadores:
circulo de mulheres,
circulo sagrado,
feminino,
in colores,
lembranças,
mãe,
Marcia Francisco,
mulher,
o feminino em mim,
poesia,
poesia online,
sagrado feminino
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
SOBRE A AMIZADE
Há uma tribo, doze flores, doze mulheres sonhando, testando perfumes. Dizem que padecemos de um afeto exa-ge-ra-do. Concordo e aprovo. No fim das contas, fico com as lembranças dos excessos, no lugar das faltas. Perdoo as ausências, os abandonos, as palavras ruins que doem como joelho esfolado. Depois vem o silêncio, a casca e o desejo que ela caia rapidamente. Não cultivo cicatrizes, embora tenha algumas gloriosas, mas não guardo medalhas pelo sofrimento.
No fim das contas, sobram as risadas, o olhar no momento de dar à luz e fazer café. No fim, restam receitas de bolo e nenhuma migalha, telefonemas no lugar da briga, festa em vez da desistência. Há sempre doze flores e doze vidas se entrecruzando na história, mulheres vivem em bandos, como os lobos e os pássaros. Se você ouvir algazarras e cantos alegres, lá estarão as mulheres. Se ouvir segredos, como se os membros de uma seita confabulassem, lá estarão as mulheres.
Já as faltas a gente cura, as falhas a gente preenche. Existem amizades eternas como as estrelas, mesmo em suas quedas. Tenho amigas com quem esfolei os joelhos e soprei a pele, a dor o vento leva. Fica o afeto, a xícara de louça branca, a hora do chá.Foto: Alice tomando chá/ Stephanie Jager
(do painel de Dora Prado/ via facebook)
Marcadores:
circulo de mulheres,
cura,
feminino,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
mulher,
o feminino em mim,
partilha,
sabedoria feminina,
sobre a amizade
ILUMINAÇÕES - MAGDALA ANGEL
"Inspiro a energia deste universo que me sustenta. Expiro o que não é útil e observo minha condição de libertar-me. Busco soltar as amarras da indefinição que surge quando me apego.
Você já observou suas reações às situações que lhe ocorrem na vida diária? O que lhe parece normal pode se converter em uma roda de eternas atitudes sem expressão genuína.
Acalme-se diante dos fatos. Não iniba a evolução da vida por causa de suas inquietações apressadas. Solte, deixe ir, deixe vir, sinta, respire, inspire, caminhe sobre a estrada sossegada e tranquila daqueles que não criam expectativas.
Não simule fatos nem situações em idéias mentais imaginativas.Veja – o óbvio se traduz à frente. O olhar interno encaminha a mente. Atravesse a fronteira do pensar. Reconheça, em si, algo além das aparências."
(Magdala Angel)
Marcadores:
além das aparências,
circulo de mulheres,
circulo sagrado,
desapego,
feminino,
iluminaçãoes,
magdala angel,
Marcia Francisco,
mulher,
o feminino em mim
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
PAULO COELHO
Nossa vida é uma constante viagem
Do nascimento à morte.
A paisagem muda, as pessoas mudam,
as necessidades se transformam,
mas o trem segue adiante.
A vida é o trem, não a estação.
Paulo Coelho)
Marcadores:
circulo de mulheres,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
frases paulo coelho,
Marcia Francisco,
mulher,
paulo coelho,
poesia online
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
LAVAGEM DO CORAÇÃO ou LOUVA-AÇÃO
E após três dias
de seca, sede e reclusão
lavei meu altar
das falsas ilusões.
banhei as imagens do tempo
com água pura da bica
a mesma da casa paterna
de minha mãe.
a mesma que me batizou
com as folhas secas de mirra
garantindo a proteção
com os ramos doces do alecrim
gestando a felicidade infinita
uma aranha atravessou a cena
entre os lixos que se espalhavam pelo chão
uma borboleta verde,
pousou no meu coração.
As datas no calendário
Avisaram antes, da mudança.
Recolhi o lixo e
Desfiei no rosário do sonho
Uma quimera de paz.
Nos sonhos do Bonfim,
Caminhos de louvação,
No sagrado tempo da vida
aqui.
Marcadores:
circulo mulheres,
circulo sagrado,
feminino,
feminino em mim,
lavagem do bonfim,
LAVAGEM DO CORAÇÃO ou LOUVA-AÇÃO,
Marcia Francisco,
poesia,
poesia online
EM HARMONIA
Limpe os armários, desfaça-se do que não usa, desfazendo-se do velho, além de ajudar um irmão necessitado, também estará abrindo espaço para a entrada de algo novo, evite usar toalhas e lençóis rasgados, além de utensílios trincados. Tire os novos das embalagens, utilize o que tem de melhor.
Enquanto arruma a casa, lembre-se dos momentos felizes, coloque fotografias da família unida e feliz.
Enquanto arruma a casa, lembre-se dos momentos felizes, coloque fotografias da família unida e feliz.
Mantenha a cozinha sempre limpa e organizada, pois a cozinha é o lugar sagrado onde vão ser preparados os alimentos.
Espalhe flores e frutas pelo local.
Faça sua oração antes de preparar a refeição. Faça um prato especial para todos os que ama e que também a amam muito. Pense em harmonia e paz.
O lixo possui muita energia negativa. Evite seu acúmulo.
Enquanto transforma seu cantinho em um lugar especial e acolhedor, aproveite para harmonizar-se interiormente.
Perdoe-se, procure esquecer o que passou, programe-se para a felicidade cultivando pensamentos positivos, você tem esse direito!
Nunca duvide de sua capacidade.
Imagine sempre acontecimentos agradáveis, abrace seus familiares e amigos.
Peça que o seu Anjo da Guarda vá à sua frente e prepare seu caminho.
Ame, respeite e valorize essa pessoa perfeita e maravilhosa que você é.
Agradeça a vida e sinta-se renovada a cada dia.
Lembre-se sempre:
Você nasceu para ser feliz!
Marcadores:
circulo mulheres,
circulo sagrado,
cristina pilan oliveira,
em harmonisa,
feminino,
harmonia,
limpeza,
limpeza interior,
Marcia Francisco,
mulher,
o feminino em mim,
organização
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
12 DE DEZEMBRO: VIVA NOSSA SENHORA DE GUADALUPE
...e uma "Senhora do Céu" apareceu a Juan Diego, identificou-se como a mãe do verdadeiro Deus, fez crescer flores numa colina semidesértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo, que exigira alguma prova de que efetivamente a Virgem havia aparecido. Juan foi instruído por ela a dizer ao bispo que construísse um templo no lugar, e deixou sua própria imagem impressa milagrosamente em seu tilma, um tecido de pouca qualidade feito a partir do cacto, que deveria se deteriorar em 20 anos mas que não mostra sinais de deteriorização até ao presente. Um estudo realizado no Instituto de Biologia da Universidade Nacional Autônoma do México, em 1946, comprovou que as fibras do tecido correspondem as fibras de agave, tais fibras não duram mais do que vinte anos.
Em ampliações da face de Nossa Senhora, os seus olhos, na imagem gravada, parecem refletir o que estava à sua frente em 1531 - Juan Diego, e o bispo, fato que é objeto de estudo quanto sua veracidade, mas, o que importa, diante da fé?
A força da fé, em favor do bem e coletiva é algo a ser valorizado. Que neste dia 12, Nossa Senhora, a grande mãe, de Guadalupe, das Américas ou de onde se permitir sua aparição nos cubra com seu manto protetor.
O MILAGRE DA FÉ É FATO PARA QUEM ACREDITA. EU CREIO. EXPERIMENTE, TAMBÉM.
PS: Foi assim... mas, se necessários dados técnicos: Nossa Senhora de Guadalupe (em espanhol Nuestra Señora de Guadalupe, em náuatle Nicān Mopōhua), também chamada de Virgem de Guadalupe, é um culto mariano originário do México. É considerada pelos católicos a padroeira da Cidade do México (1737), do México (1895), da América Latina (1945) e imperatriz da América (2000). Sua origem está na aparição da Virgem Maria a um pobre índio da tribo Nahua, Juan Diego Cuauhtlatoatzin, em Tepeyac, noroeste da Cidade do México, em 9 de Dezembro de 1531.
(FONTES TÉCNICAS- WIKIPÉDIA)
Marcadores:
12 DE DEZEMBRO VIVA NOSSA SENHORA DE GUADALUPE,
circulo de mulheres,
fé,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
mulher,
nossa senhora de guadalupe,
oração
12-12-12
Que, à parte as profecias ou crenças acerca deste 12/12/12, possamos, no inusitado da data que não se repetirá, voltar nosso olhar - quem sabe às 12 (AM ou PM) - à unidade e à paz universal. Que possamos vibrar na energia do amor incondicional pela cura planetária, na essência do sagrado, na verdade do simples, na liberação do ter, na força do ser, na prosperidade de terras, mares e seres vivos, no equilíbrio dos quatro elementos em favor do espírito, sustentados por um mistério ou milagre maior, neste Deus, que ainda que em crenças tão pessoais nos deseja em origem o BEM E A LUZ. AMÉM.
(Márcia Francisco)
(Márcia Francisco)
Marcadores:
12 de dezembro,
12-12-12,
12/12/12,
circulo de mulheres,
circulo sagrado,
fé,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
oração,
paz
DA FÉ, DA CONFIANÇA E DA INCLUSÃO
(foto: Márcia Francisco - mandala de pés na festa da Aninha e do Vitor)
Meu coração não se acostuma à incapacidade habitual da grande maioria dos seres humanos em acreditar no melhor do outro e, simplesmente ficar no bom, ao sentir que tornou-se melhor e pensar que o outro também é capaz disso. As pessoas seguem a vida abrindo mão de convivências, amizades, relacionamentos, excluindo outras, com a mesma facilidade em que se deleta caracteres durante a digitação de um texto. Mas, não se deletam vidas: as pessoas, em ambos os lados, seguem existindo, cada uma à sua maneira, melhores ou não, nesta forma prosseguem iludidas pela imagem de que a exclusão apaga o outro, as dificuldades de convivência, as tristezas ou desilusões, o jeito próprio de achar-se certo.
Não sei se minha maneira de pensar está amalgamada na fé que aprendi em família e na vida, só sei que algo além de qualquer medo de recomeçar se abre em mim, quando, através desta fé, transformo medo em confiança. E, enquanto um cresce – a confiança – o outro - o medo - se esvai e eu caminho, não me abrindo em aventuras tresloucadas, mas, em convívios translúcidos e que me permitem está transparência de ser e deixar ser. Conviver com as diferenças não é tarefa fácil. E, se por um lado, percebo que me abro ao ser transparente, isso não quer dizer que o outro esteja pronto para receber ou ouvir, ou mesmo queira ouvir ou receber. Talvez seja disso que me esqueça, ou que não me acostumei ainda. Compreendo que pessoas tem tempos diferentes, já que são por si, diversas em história, referências e vivências. Já sei que é meu tempo atemporal por natureza, ou rápido pelo que denomino fé - ainda que para outros possa até ser visto como impulso - que me faz ser sempre a primeira a imaginar que tudo pode ser simples ou, que tudo é para crescer e nos tornar melhores.
Não sei se minha maneira de pensar está amalgamada na fé que aprendi em família e na vida, só sei que algo além de qualquer medo de recomeçar se abre em mim, quando, através desta fé, transformo medo em confiança. E, enquanto um cresce – a confiança – o outro - o medo - se esvai e eu caminho, não me abrindo em aventuras tresloucadas, mas, em convívios translúcidos e que me permitem está transparência de ser e deixar ser. Conviver com as diferenças não é tarefa fácil. E, se por um lado, percebo que me abro ao ser transparente, isso não quer dizer que o outro esteja pronto para receber ou ouvir, ou mesmo queira ouvir ou receber. Talvez seja disso que me esqueça, ou que não me acostumei ainda. Compreendo que pessoas tem tempos diferentes, já que são por si, diversas em história, referências e vivências. Já sei que é meu tempo atemporal por natureza, ou rápido pelo que denomino fé - ainda que para outros possa até ser visto como impulso - que me faz ser sempre a primeira a imaginar que tudo pode ser simples ou, que tudo é para crescer e nos tornar melhores.
Mas, coisa que não entra na minha cabeça é pensar que seres buscadores e afins, com visão aparentemente clara de um todo e de um universo maior, muito maior que nós, possam ficar saciados e em paz com o exercício da exclusão. Quando em âmbitos abrangentes que tratam da dignidade humana: raça, igualdade de direitos, coisas assim, sinto olhares de exclusão, com minha possibilidade cidadã, busco compartilhar meu olhar de necessária inclusão. Mas, quando se trata de vivências na esfera pessoal: amizades, sentimentos, relacionamentos e outras tantas nuances assim, só posso lamentar, ter gratidão pelo tempo vivido, perdoar (nos) no coração e seguir adiante aprendendo acerca do amor. A lástima que surge, não é pela exclusão da minha pessoa de uma história, evento, grupo, ou o que for, mas, por constatar que nem todos de nós, estão prontos vislumbrar o diferente, diante do todo. Pois, quando isso ocorre, junto vem a gentileza, o carinho, o acolhimento, a gratidão, a solidariedade e até a compaixão (pelo tempo de cada um) que celebra no todo a possibilidade de tornar-se melhor, em comunhão, que quer dizer: comum união.
Quando celebramos o todo com olhar de comunhão, nos vemos parte e ainda que haja hierarquias e a devida reverência e respeito, aprendidas ou não, ocorrem a cura, a transformação e a transmutação e experimentamos a fragrância sutil do amor incondicional. Talvez, seja pretensão do humano, alcançar o ágape, perfeição tão divina - não sou mestra no ágape, mas, também, não amo pela metade. O amor é. É amor, não abre precedentes.
E assim são ou deveriam ser, por exemplo, as amizades. Uma amizade se é amizade é verdadeira e, sempre o será.
Eu fui acreditando que como as andorinhas que voam em bando e em V, para melhorar seu desempenho ou, como na crença dos círculos presentes em tudo, e em nós: “eu sou um círculo e eu vou te curar, você é um círculo e você vai me curar, juntos somos um”, podemos fazer novo cada dia ou instante, certos de que, diante da bondade do Pai, “nada nem ninguém pode nos tornar infelizes sem nosso próprio consentimento”. E na renovação, aprender, ensinar, compartilhar, crescer, amar, viver.
E assim são ou deveriam ser, por exemplo, as amizades. Uma amizade se é amizade é verdadeira e, sempre o será.
Eu fui acreditando que como as andorinhas que voam em bando e em V, para melhorar seu desempenho ou, como na crença dos círculos presentes em tudo, e em nós: “eu sou um círculo e eu vou te curar, você é um círculo e você vai me curar, juntos somos um”, podemos fazer novo cada dia ou instante, certos de que, diante da bondade do Pai, “nada nem ninguém pode nos tornar infelizes sem nosso próprio consentimento”. E na renovação, aprender, ensinar, compartilhar, crescer, amar, viver.
Mas, sigo, pois, são só aspectos do pensamento meu ou de cada um. Que vivam as diferenças e que sobreviva a inclusão!
(Márcia Francisco)
Marcadores:
circulo de mulheres,
DA CONFIANÇA E DA INCLUSÃO,
DA FÉ,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
mulher
terça-feira, 13 de novembro de 2012
CARTA DE AMOR - MARIA BETHANIA
FALA, SENHORA DA VOZ!
Nesta oração de proteção... clareza da senhora da voz... pra nós! Amém!
"Carta de AmorMaria BethâniaNão mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe não
Eu tenho zumbi, besouro o chefe dos tupis
Sou tupinambá, tenho erês, caboclo boiadeiro
Mãos de cura, morubichabas, cocares, arco-íris
Zarabatanas, curarês, flechas e altares.
A velocidade da luz no escuro da mata escura
O breu o silêncio a espera. eu tenho jesus,
Maria e josé, todos os pajés em minha companhia
O menino deus brinca e dorme nos meus sonhos
O poeta me contou
Não mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe não
Não misturo, não me dobro a rainha do mar
Anda de mãos dadas comigo, me ensina o baile
Das ondas e canta, canta, canta pra mim, é do
Ouro de oxum que é feita a armadura guarda o
Meu corpo, garante meu sangue, minha garganta
O veneno do mal não acha passagem e em meu
Coração maria ascende sua luz, e me aponta o
Caminho.
Me sumo no vento, cavalgo no raio de iansã,
Giro o mundo, viro, reviro tô no reconcavo
Tô em face, vôo entre as estrelas, brinco de
Ser uma traço o cruzeiro do sul, com a tocha
Da fogueira de joão menino, rezo com as três
Marias, vou além me recolho no esplendor das
Nebulosas descanso nos vales, montanhas, durmo
Na forja de Ogum, mergulho no calor da lava
Dos vulcões, corpo vivo de xangô
Não ando no breu nem ando na treva
Não ando no breu nem ando na treva
É por onde eu vou que o santo me leva
É por onde eu vou que o santo me leva
Medo não me alcança, no deserto me acho, faço
Cobra morder o rabo, escorpião vira pirilampo
Meus pés recebem bálsamos, unguento suave das
Mãos de maria, irmã de marta e lázaro, no
Oásis de bethânia.
Pensou que eu ando só, atente ao tempo num
Começa nem termina, é nunca é sempre, é tempo
De reparar na balança de nobre cobre que o rei
Equilibra, fulmina o injusto, deixa nua a justiça
Eu não provo do teu féu, eu não piso no teu chão
E pra onde você for não leva o meu nome não
E pra onde você for não leva o meu nome não
Onde vai valente? você secô seus olhos insones
Secaram, não vêêm brotar a relva que cresce livre
E verde, longe da tua cegueira. seus ouvidos se
Fecharam à qualquer música, qualquer som, nem o
Bem nem o mal, pensam em ti, ninguém te escolhe
Você pisa na terra mas não sente apenas pisa,
Apenas vaga sobre o planeta, já nem ouve as
Teclas do teu piano, você está tão mirrado que
Nem o diabo te ambiciona, não tem alma você é
O oco, do oco, do oco, do sem fim do mundo.
O que é teu já tá guardado
Não sou eu que vou lhe dar,
Não sou eu que vou lhe dar,
Não sou eu que vou lhe dar
Eu posso engolir você só pra cuspir depois,
Minha forma é matéria que você não alcança
Desde o leite do peito de minha mãe, até o sem
Fim dos versos, versos, versos, que brota do
Poeta em toda poesia sob a luz da lua que deita
Na palma da inspiração de caymmi, se choro, quando
Choro e minha lágrima cai é pra regar o capim que
Alimenta a vida, chorando eu refaço as nascentes
Que você secou.
Se desejo o meu desejo faz subir marés de sal e
Sortilégio, vivo de cara pra o vento na chuva e
Quero me molhar. o terço de fátima e o cordão de
Gandhi, cruzam o meu peito.
Sou como a haste fina que qualquer brisa verga
Mas, nenhuma espada corta
Não mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe comigo"
Para curtir:
Nesta oração de proteção... clareza da senhora da voz... pra nós! Amém!
(foto: Márcia Francisco-BH, 28/07/12)
"Carta de AmorMaria BethâniaNão mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe não
Eu tenho zumbi, besouro o chefe dos tupis
Sou tupinambá, tenho erês, caboclo boiadeiro
Mãos de cura, morubichabas, cocares, arco-íris
Zarabatanas, curarês, flechas e altares.
A velocidade da luz no escuro da mata escura
O breu o silêncio a espera. eu tenho jesus,
Maria e josé, todos os pajés em minha companhia
O menino deus brinca e dorme nos meus sonhos
O poeta me contou
Não mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe não
Não misturo, não me dobro a rainha do mar
Anda de mãos dadas comigo, me ensina o baile
Das ondas e canta, canta, canta pra mim, é do
Ouro de oxum que é feita a armadura guarda o
Meu corpo, garante meu sangue, minha garganta
O veneno do mal não acha passagem e em meu
Coração maria ascende sua luz, e me aponta o
Caminho.
Me sumo no vento, cavalgo no raio de iansã,
Giro o mundo, viro, reviro tô no reconcavo
Tô em face, vôo entre as estrelas, brinco de
Ser uma traço o cruzeiro do sul, com a tocha
Da fogueira de joão menino, rezo com as três
Marias, vou além me recolho no esplendor das
Nebulosas descanso nos vales, montanhas, durmo
Na forja de Ogum, mergulho no calor da lava
Dos vulcões, corpo vivo de xangô
Não ando no breu nem ando na treva
Não ando no breu nem ando na treva
É por onde eu vou que o santo me leva
É por onde eu vou que o santo me leva
Medo não me alcança, no deserto me acho, faço
Cobra morder o rabo, escorpião vira pirilampo
Meus pés recebem bálsamos, unguento suave das
Mãos de maria, irmã de marta e lázaro, no
Oásis de bethânia.
Pensou que eu ando só, atente ao tempo num
Começa nem termina, é nunca é sempre, é tempo
De reparar na balança de nobre cobre que o rei
Equilibra, fulmina o injusto, deixa nua a justiça
Eu não provo do teu féu, eu não piso no teu chão
E pra onde você for não leva o meu nome não
E pra onde você for não leva o meu nome não
Onde vai valente? você secô seus olhos insones
Secaram, não vêêm brotar a relva que cresce livre
E verde, longe da tua cegueira. seus ouvidos se
Fecharam à qualquer música, qualquer som, nem o
Bem nem o mal, pensam em ti, ninguém te escolhe
Você pisa na terra mas não sente apenas pisa,
Apenas vaga sobre o planeta, já nem ouve as
Teclas do teu piano, você está tão mirrado que
Nem o diabo te ambiciona, não tem alma você é
O oco, do oco, do oco, do sem fim do mundo.
O que é teu já tá guardado
Não sou eu que vou lhe dar,
Não sou eu que vou lhe dar,
Não sou eu que vou lhe dar
Eu posso engolir você só pra cuspir depois,
Minha forma é matéria que você não alcança
Desde o leite do peito de minha mãe, até o sem
Fim dos versos, versos, versos, que brota do
Poeta em toda poesia sob a luz da lua que deita
Na palma da inspiração de caymmi, se choro, quando
Choro e minha lágrima cai é pra regar o capim que
Alimenta a vida, chorando eu refaço as nascentes
Que você secou.
Se desejo o meu desejo faz subir marés de sal e
Sortilégio, vivo de cara pra o vento na chuva e
Quero me molhar. o terço de fátima e o cordão de
Gandhi, cruzam o meu peito.
Sou como a haste fina que qualquer brisa verga
Mas, nenhuma espada corta
Não mexe comigo que eu não ando só
Eu não ando só, que eu não ando só
Não mexe comigo"
Para curtir:
Marcadores:
carta de amor,
cartas de amor bethania,
circulo mulheres,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
iluminações,
Marcia Francisco,
maria bethania,
mulher,
oração,
proteção
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
SOBRE A CONSCIÊNCIA DA PARTILHA
“quem atingiu alguma sabedoria tem obrigação de a partilhar”.
(Dr. Daniel Serrão - frase localizada via consulta aleatória no google)
Hoje, passei a tarde refletindo sobre esta frase que achei ao buscar algo sobre a graça divina que experimento e sinto presente ao partilhar algo.
Muito já se falou sobre a importância do dar e receber.
Desde a observação do mandamento sagrado “amar ao próximo como a ti mesmo” aos inúmeros discursos que giram em torno da expressão ‘é dando que se recebe’, presente na oração franciscana e outras tantas colocações do dia-a-dia quando é possível perceber que quando imaginamos doar algo, ultrapassamos os limites deste gesto e muitas vezes recebemos mais do que pensamos ter oferecido. Na esfera do pensamento positivo também é possível acreditar que tudo que oferecemos ao outro ou a alguém retorna a nós multiplicado.
Todas estas elucubrações ou observações cotidianas a respeito do ato da partilha sempre me levam de volta ao mesmo olhar.
A vida e as diferenças são feitas de pontos de vista entre os seres humanos. Neste tema, pode ser, para alguns que, minha intenção ao não abrir mão deste olhar seja mera tradução de intransigência diante de pragmatismos consolidados através dos tempos.
Mas, a cada dia considero mais sagrado o ato de partilhar.
Expandindo o pensamento, por exemplo, acerca do sagrado universo feminino, suas peculiaridades, heranças por muito esquecidas, passíveis ou não de serem resgatadas, em aspectos positivos que podem trazer à mulher uma compreensão imediata e sensatez em relação a posturas, escolhas e até mesmo capacidade de lidar com a vida e suas nuances – desde as mudanças no corpo, o afeto com masculino, a criação dos filhos ou a ausência do exercício maternal, suas transitórias e muitas vezes tempestivas ações cíclicas como as fases da lua, das estações, do tempo medido pelo homem e do imaginário - nuances estas e lida diária, repetidas ou não entre gerações que nos precederam, versando em nós tempos futuros para nossas descendentes, aprendo diariamente com mulheres sábias ou mais experientes que eu: musas inspiradoras que sopram brisas de conhecimento e vida à construção do meu existir. São mestras, as avós, minhas ou não, bisavós, mães, filhas, amigas, mulheres distantes que cruzam meu caminho, em escolas, viagens, cursos, grupos de estudo, palestras, seminários... através de livros que ultrapassam continentes, idiomas, culturas e me chegam como raios de luz. Personagens bíblicas, porta-vozes do sagrado ou do profano, que com sua conduta, me sopram o vento que moldará o pó que me traduz. E, assim, nesta grande teia, formada por mulheres irmãs sem se ver ou se tocar, sedimenta-se a espiralada escultura de uma sabedoria invisível que nos liga ao aprendizado profundo da intuição, da luz e do amor, que por si, quando exercido na saúde do feminino sagrado, alcança o ágape, o incondicional.
Se, como um presente desta terra pela qual passamos e dela nada levamos a não ser os valores em nós amalgamados, nos chega a chance de um conhecimento, como instrumento primário da busca de sabedoria, o único e mais valioso objeto de gratidão que me cabe é, pois, a partilha. Compartilhar um saber que é fruto de estudos humanos ou inspirações do além terra, passa a ser algo de simples compreensão na era da internet e da imediata circulação das informações. Reter é ato de egoísmo que não condiz com a busca da consciência que integra. Partilhar não me deixará jamais menor, nem me fará vulnerável diante do outro.
Pois, diante das premissas sagradas a nós reveladas acerca da essência do que o divino nos reserva é sabido que cada um de nós possui seu propósito de vida, independente do outro e que a abundância é inquestionável para quem esperimenta a entrega ao conhecimento, busca ou exercício da sua própria missão, com verdade, confiança, esperança e porque não dizer: fé.
Sabendo disso, podemos ir além, na certeza de que o mundo é mesmo grande (bem maior que nós, aliás) e que cabe todos os seres, cada qual com seu espaço, querer e possibilidade de oferecer, compartilhar, doar, integrar-se, sem qualquer medo de tornar-se menor, pior, menos sagrado, especial.
O exercício de partilhar assemelha-se ao do educador: quando ensina, percebe o quanto já caminhou e aprendeu. E, nos degraus da sabedoria plena, o quanto é necessário e, melhor, possível avançar.
E, então, o buscador, mestre ou aprendiz se lança, novamente ao caminho, sabendo que conquistas não são, em verdade, linhas de chegada, pois, na vida, só temos a certeza do caminho.
E, então, o buscador, mestre ou aprendiz compreende o lugar sagrado da partilha e, se permite, ao seu próprio tempo, oferecer, fazer chegar, como a ele chegou, um livro, um poema, uma canção, um verso, uma oração, que uma vez impressos, ditos ou soprados pelo vento da existência, não pertence ao seu emissor, é instrumento que flutua pelos ares e séculos, construindo histórias, alicerces e gerando sementes de uma existência infinita a olhos nus.
A experiência de partilhar é capaz de nos ensinar a gratidão.
Sou grata pelo exercício diário da busca de me tornar melhor e aprender no amor, a caminhar pela vida.
Por isso, sigo partilhando e, a cada partilha, reverencio internamente o sagrado em tudo e em todos que antes, partilharam comigo.
Por isso, sigo partilhando e, a cada partilha, reverencio internamente o sagrado em tudo e em todos que antes, partilharam comigo.
Me comprometo em tornar-me ponte que não retem, deixa fluir por si, para que a integração se faça.
Não tenha medo, não tenha pressa, não se feche, deixe fluir e compreenda que somos o mesmo mar. Esvazie-se e experimente pulsar algo novo no coração.
(Márcia Francisco, 9 de novembro de 2012)
NOTA: aproveitando a imagem que encontrei para ilustrar esse texto, menciono um 'sonho' que tive, quando uma mestra sagrada neste mesmo gesto, deslizava a mão sobre a minha desde os punhos, o gesto, que compreendi com 'selar as mãos' se amplia, agora, em minha reflexão, como simbologia simples do conceito de partilhar, algo com alguém, algo mais além, por que não, a sabedoria? Acredito nesta partilha, abençoada pela divindade
Marcadores:
circulo de mulheres,
COMPARTILHAR,
esperança.,
estar vivo,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
mulher,
MULHER E CONSCIENCIA,
PARTILHAR,
SOBRE A CONSCIÊNCIA DA PARTILHA
PRECE DA SERENIDADE
Marcadores:
circulo de mulheres,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
Marcia Francisco,
oração,
oração da serenidade,
prece da serenidade,
serenidade
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
FINADOS
Neste dia em que lembramos e reverenciamos nossos mortos, ofereço meu olhar para a vida. É o sentido dado a ela que faz com que evoquemos as melhores lembranças dos que já partiram. Nesta passagem aqui, que possamos nos fortalecer com o compromisso diário de bem viver a vida. A vida é hoje. É mais: este breve instante em que paramos para essa leitura e cada instante experimentado é o mais valioso dos momentos. Construa sua história com a consciência: ESTOU em realização e sinta o milagre de estar vivo.
(Márcia Francisco)
Marcadores:
circulo de mulheres,
feminino,
feminino em mim,
feminino sagrado,
finados,
frases de luz,
frases viver,
Marcia Francisco,
mensagem finados,
mulher,
otimismo
Assinar:
Postagens (Atom)

















