Sou brasileira, mineira, belo-horizontina e amo minha terra!

Sou jornalista, escritora, cantora, atriz, poeta, artesã, filha, mãe, mulher.

Acredito na capacidade do ser humano em ser feliz: hoje. Acredito em Deus e no amor. Acredito no sonho, na ação e no sucesso.

Acredito em Maria e Madalena.

Acredito na luz do Espírito Santo, na esperança e na perseverança.

Acredito no indivíduo e sua capacidade de se aperfeiçoar

Acredito na arte e na transmutação, na alma e no coração, na paz e no perdão.

Acredito no condor, no beija-flor e no arco-iris...na força do fogo, do sol, da lua e dos ventos, da água e da terra, dos lobos, das águias...e muito mais!

Acredito na luz do sagrado feminino, na teia abençoada dos círculos de mulheres, das que foram às que virão. Na inspiração do encontro que cria, cura, fia e confia.

O FEMININO EM MIM surge para partilhar esse meu olhar feminino que ACREDITA!

Grata pela sua presença especial.

Márcia Francisco

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

MOMENTO MARTHA MEDEIROS, RETALHOS SOFISTICADOS, SELEÇÃO ARTESANAL


"Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar" (Martha Medeiros)


 “Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade.Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz.. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais.” (Martha Medeiros)

“O que eu fui ontem e anteontem já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.” (Martha Medeiros)

“Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.”
(Martha Medeiros)


“Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande, é a sua sensibilidade sem tamanho.” (Martha Medeiros)

“O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o incurável do centro das atenções.” (Martha Medeiros)

"Há homens que têm patroa.
Há homens que têm mulher.
E há mulheres que escolhem o que querem ser."
(Martha Medeiros)


"Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz. " (Martha Medeiros)

“Eu me conheço bem, mas sei que posso me surpreender comigo mesmo, a qualquer minuto” (Martha Medeiros)

Tenho juizo, mas não faço tudo certo, afinal todo paraíso precisa de um pouco de inferno! (Martha Medeiros)


"Existe alguma possibilidade de encontrar vida inteligente em quem se despede dizendo "beijo no coração"? Mandemos beijos e abraços sem determinar onde, quem os receber tratará de sentí-los no local adequado." (Martha Medeiros)

"Apenas sentem-se agredidos aqueles que te invejam" (Martha Medeiros)

Quando olho para o meu passado, encontro uma mulher bem parecida comigo - por acaso, eu mesma - porém essa mulher sabia menos, conhecia menos lugares, menos emoções. (Martha Medeiros)


“De mim, que tanto falam/Quero que reste o que calei/ Que tanto rezam por mim/ Quero que fique o que pequei/ De mim, que tanto sabem/ Quero que saibam que não sei.” (Martha Medeiros)
“Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós.” (Martha Medeiros)

"NUNCA APONTE O DEFEITO DOS OUTROS COM O DEDO SUJO"

“Nunca aponte os defeitos que sua imaginação atribui ao outro com os dedos sujos.
Não construa sua aparente vitória, nem se defenda de suas incertezas ou previna seu futuro às custas do sofrimento do outro, vislumbrando conter seu desconforto, na desgraça alheia e a sobrehumana derrota do irmão na lama das sarjetas. A justiça dos homens não traz senão demandas ao seu próprio campo moral. Pois, a superioridade também é uma forma de escravidão. E, quando o aparente ofensor tratar-se de alguém de irmandade consangüínea, um cônjuge ou presença que dedicou a você amizade verdadeira, cuja surpresa ser-lhe-ia mais desagradável diante da proximidade, ou ainda, se as circunstâncias da vida o afastaram de si, cale-se e jamais condene. Saiba que muitos de nós já nasceram órfãos de lições no campo do amor e da amizade verdadeira. Muitos de nós encontra falhas nas ações da humanidade inteira, quando lhes falta humildade para reconhecerem-se impotentes ou derrotados. Se for este seu caso, compreenda que a derrota e a vitória não existem além das determinações do homem. Quando e se o amor no seu coração não for o suficiente para confiar em alguém que lhe afirme dedicar sua verdade, sentir-se lesado ou injustiçado, recolha sua impressão e julgamento ao luto da oração. Quem somos nós para duvidar, meu irmão? Deixe que o tempo amadureça o fruto de aprendizado acerca das relações e dedique-se à entrega desta humildade, para si próprio, sem audições e lamentações. Não ocupe seus semelhantes com lamúrios sem solução. Não se torne vítima de si próprio, nem escravize seu entorno. Quanto a levar a termo sua visão de aprendiz, posso lhe aspergir uma reflexão: alguém que se entrega ao amor ao próximo e impera no nome sagrado do Pai celestial, não guardaria espaço em sua vida para inverdades. Alguém que fala em nome do amor só se aproxima do outro para ensinar. Confie para que seja digno de confiança, quando seu juízo maior aproximar-se de si. Tenha para si premissa mais digna: o Senhor é bom pastor e nada faltará a quem viver em sacra ação.” (Magdala Angel)

REFLEXÕES COM JOSÉ SARAMAGO

“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse: 'Não há mais o que ver', saiba que não era assim. O fim de uma  viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava”.

(José Saramago)

IN COLORES

“A melancolia ameaça”,
já disse Adélia Prado.
Vou para a cozinha.
Uma boa xícara de café deve bastar.
Mas, o que houve com
aquele café 3 Corações da infância,
com sabor de mãe
e jingle de Sérgio Moreira?
As colheres de pó
já não são mais suficientes
para trazer de volta o sabor.
Como acredito em Deus,
Imagino que errei a mão.
Passo geléia no pão
e adoço o sabor do dia
que apenas amanheceu.
Tento amanhecer com ele.
Parece que o tempo
escureceu até o sol.
Mas acredito em
Maravilhas.

(Márcia Francisco)

MULHER - ORAÇÃO - FORÇA - CURA

"Deus deu uma grande capacidade de cura à mulher. Seria necessário um médico espetacular para fazer o mesmo que uma mulher pode fazer com um sorriso. O toque de cura que Deus deu à mulher é inacreditavelmente forte. Ela é a única criatura criativa que Deus fez, cuja aura pode se tornar um raio. Quando uma mulher medita e reza, sua aura se torna um raio de luz." (Yogi Bhajan)

Tradução do mantra Ad Shakti:
Para o poder primordial que cria todas as coisas, eu me curvo Para o poder total de Shakti, eu me curvo. Para a Deusa original, a espada da verdade, eu me curvo. Para Kundalini, a mãe divina, eu me curvo

DONA AMBROSINA, PASTORINHA DE DIAMANTINA E DE TODOS NÓS















(Dona Ambrosina e Márcia Francisco)

Neste post, minha homenagem à uma linda mulher.
Dona Ambrosina Dias,  que iniciou sua carreira aos 9 anos de idade, criou  e coordenou, anos a fio, o grupo das Pastorinhas de Diamantina. No resgate cuidadoso e simples da tradição, Dona Ambrosina transformou a realidade de muitas meninas pastorinhas, humildes e valorizadas através da arte.
Quem é de Diamantina, conheceu Dona Ambrosina, que levou sua arte para outros municipios, também.
Quando a conheci, me encantei, com essa fonte de sabedoria secular.
O tempo passa... hoje, aos  95 anos, Dona Ambrosina já não segue mais as Pastorinhas, ainda lúcida, vive, em Diamantina, num asilo da histórica cidade mineira. Mas, soube que ela também, preferiu assim.

Salve, Mestra de Luz! Gratidão, pela sua vida!
Que siga sua presença aqui, em paz e  com saúde.
E, que, neste seu exemplo, a tradição não se perca, que uma de suas "discípulas", leve em frente a doçura das Pastorinhas.

Na época em que fiz o vídeo a seguir, Dona Ambrosina tinha 90 anos de idade.
Gravação  ao vivo, realizada por mim, no Conservatório Estadual de Música Lobo de Mesquita - Diamantina/MG, 28 de novembro de 2007. Lançamento do Livro "Roda, Sinhá!", de Diva Dirothy Safe de Andrade Carneiro que,  com sua sensibilidade feminina, convidou a querida senhora para apresentação pública em seu prestigiado evento, nos dando este presente, em Diamantina e BH , bem como, valorizando a preciosidade de Dona Ambrosina e a tradição por ela, bem cultivada.

Com vocês, Dona Ambrosina e as Pastorinhas de Diamantina interpretam um trecho de "Tchau, amor" (domínio público, com adaptação de Ambrosina Dias).

(*quem sabe, alguém da imprensa, aproveite esta enciclopédia viva, da bela Diamantina, para uma matéria nos dias atuais? Fica minha sugestão de pauta)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

DAS PÁGINAS DA VIDA













"As páginas da vida são cheias de surpresas, há capítulos de alegria, mas também de tristezas, há mistérios e fantasias, sofrimentos e decepções.Por isso, não rasgue páginas e nem solte capítulos, não se apresse a descobrir os mistérios. Não perca as esperanças, pois muitos são os finais felizes. E nunca se esqueça do principal: No livro da vida, o autor é você."

(AUTOR DESCONHECIDO)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

DOS CAMINHOS E DO AMOR









"A vida é hoje e urge! O melhor caminho ainda é sempre o que escolhemos. Aproveitar os instantes, nos traz a sensação de estarmos presentes. Este estado de atenção que deveria ser permanente é o que propicia amalgamar em nós, nossas experiências que, juntas, se tornam nossa própria vida. Não há o que esperar, é preciso estar atento. E mais: a chave de tudo é o amor. Amar, sempre! Existem propriedades de aprendizado, incalculáveis, inseridas no amor. E se felicidade pode ser estado de vida, esta se alcança através do amor."
(Márcia Francisco)

SOBRE A AMIZADE



 


















Há uma tribo, doze flores, doze mulheres sonhando, testando perfumes. Dizem que padecemos de um afeto exa-ge-ra-do. Concordo e aprovo. No fim das contas, fico com as lembranças dos excessos, no lugar das faltas. Perdoo as ausências, os abandonos, as palavras ruins que doem como joelho esfolado. Depois vem o silêncio, a casca e o desejo que ela caia rapidamente. Não cultivo cicatrizes, embora tenha algumas gloriosas, mas não guardo medalhas pelo sofrimento.

No fim das contas, sobram as risadas, o olhar no momento de dar à luz e fazer café. No fim, restam receitas de bolo e nenhuma migalha, telefonemas no lugar da briga, festa em vez da desistência. Há sempre doze flores e doze vidas se entrecruzando na história, mulheres vivem em bandos, como os lobos e os pássaros. Se você ouvir algazarras e cantos alegres, lá estarão as mulheres. Se ouvir segredos, como se os membros de uma seita confabulassem, lá estarão as mulheres.

Já as faltas a gente cura, as falhas a gente preenche. Existem amizades eternas como as estrelas, mesmo em suas quedas. Tenho amigas com quem esfolei os joelhos e soprei a pele, a dor o vento leva. Fica o afeto, a xícara de louça branca, a hora do chá.
Foto: Alice tomando chá/ Stephanie Jager
(do painel de Dora Prado/ via facebook)

ILUMINAÇÕES - MAGDALA ANGEL




















"Inspiro a energia deste universo que me sustenta. Expiro o que não é útil e observo minha condição de libertar-me. Busco soltar as amarras da indefinição que surge quando me apego.
Você já observou suas reações às situações que lhe ocorrem na vida diária? O que lhe parece normal pode se converter em uma roda de eternas atitudes sem expressão genuína.
Acalme-se diante dos fatos. Não iniba a evolução da vida por  causa de suas inquietações apressadas.  Solte, deixe ir, deixe vir, sinta, respire, inspire, caminhe sobre a estrada sossegada e tranquila daqueles que não criam expectativas.
Não simule fatos nem situações em idéias mentais imaginativas.Veja – o óbvio se traduz à frente. O olhar interno encaminha a mente. Atravesse a fronteira do pensar. Reconheça, em si, algo além das aparências."

(Magdala Angel)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

PAULO COELHO

Nossa vida é uma constante viagem
Do nascimento à morte.
A paisagem muda, as pessoas mudam,
as necessidades se transformam,
mas o trem segue adiante.
A vida é o trem, não a estação.
Paulo Coelho)

MEDO E LIBERDADE

Nego-me a submeter-me ao medo,
Que me tira a alegria de minha liberdade,
Que não me deixa arriscar nada,
Que me torna pequeno e mesquinho,
Que me amarra,
Que não me deixa ser direto e franco,
Que me persegue,
Que ocupa negativamente a minha imaginação,
Que sempre pinta visões sombrias.

No entanto não quero levantar barricadas por medo do medo,
Eu quero viver, não quero encerrar-me.
Não quero ser amigável por medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro,
E não para encobrir o medo.
E quando me calo, quero fazê-lo por amor
E não por temer as consequências de minhas palavras.

Não quero acreditar em algo só por medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo de que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável.
Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo a mim.
Por medo de errar não quero me tornar inativo.
Não quero fugir de volta para o velho, o inaceitável, por medo de não me sentir seguro no novo.
Não quero fazer-me de importante porque tenho medo de ser ignorado.
Por convicção e amor quero fazer o que faço e deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio de dá-lo ao amor.
E quero crer no reino que existe em mim.

[Rudolf Steiner, Fonte: Arte Médica Ampliada – revista da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica. Ano XXX, No. 1 (outono, 2010), p. 41]

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

SOU CATIVADA POR DETALHES...

"Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros,com flores, com cores, com vinho, com móbiles e palavras. Não é difícil me fazer sorrir."

(Yohana Sanfer)

A PARTIDA E A CHEGADA

"Quando observamos da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navengando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se
encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "Já se foi".
Terá sumido? Não, certamente apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes. De levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou apenas não podemos mais ver.
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível, dizemos: "Já se foi".
Terá sumido? Não continua o mesmo.
O Ser que amamos."

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

LAVAGEM DO CORAÇÃO ou LOUVA-AÇÃO


E após três dias
de seca, sede e reclusão
lavei meu altar
das falsas ilusões.

banhei as imagens do tempo
com água pura da bica
a mesma da casa paterna
de minha mãe.

a mesma que me batizou
com as folhas secas de mirra
garantindo a proteção
com os ramos doces do alecrim
gestando a felicidade infinita

uma aranha atravessou a cena
entre os lixos que se espalhavam pelo chão
uma borboleta verde,
pousou no meu coração.

As datas no calendário
Avisaram antes, da mudança.
Recolhi o lixo e
Desfiei no rosário do sonho
Uma quimera de paz.

Nos sonhos do Bonfim,
Caminhos de louvação,
No sagrado tempo da vida
aqui.

EM HARMONIA

Limpe os armários, desfaça-se do que não usa, desfazendo-se do velho, além de ajudar um irmão necessitado, também estará abrindo espaço para a entrada de algo novo, evite usar toalhas e lençóis rasgados, além de utensílios trincados. Tire os novos das embalagens, utilize o que tem de melhor.

Enquanto arruma a casa, lembre-se dos momentos felizes, coloque fotografias da família unida e feliz.

Mantenha a cozinha sempre limpa e organizada, pois a cozinha é o lugar sagrado onde vão ser preparados os alimentos.

Espalhe flores e frutas pelo local.

Faça sua oração antes de preparar a refeição. Faça um prato especial para todos os que ama e que também a amam muito. Pense em harmonia e paz.

O lixo possui muita energia negativa. Evite seu acúmulo.

Enquanto transforma seu cantinho em um lugar especial e acolhedor, aproveite para harmonizar-se interiormente.

Perdoe-se, procure esquecer o que passou, programe-se para a felicidade cultivando pensamentos positivos, você tem esse direito!

Nunca duvide de sua capacidade.

Imagine sempre acontecimentos agradáveis, abrace seus familiares e amigos.

Peça que o seu Anjo da Guarda vá à sua frente e prepare seu caminho.

Ame, respeite e valorize essa pessoa perfeita e maravilhosa que você é.

Agradeça a vida e sinta-se renovada a cada dia.

Lembre-se sempre:
Você nasceu para ser feliz!

(Cristina Pilan Oliveira)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

12 DE DEZEMBRO: VIVA NOSSA SENHORA DE GUADALUPE


...e uma "Senhora do Céu" apareceu a Juan Diego, identificou-se como a mãe do verdadeiro Deus, fez crescer flores numa colina semidesértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo, que exigira alguma prova de que efetivamente a Virgem havia aparecido. Juan foi instruído por ela a dizer ao bispo que construísse um templo no lugar, e deixou sua própria imagem impressa milagrosamente em seu tilma, um tecido de pouca qualidade feito a partir do cacto, que deveria se deteriorar em 20 anos mas que não mostra sinais de deteriorização até ao presente. Um estudo realizado no Instituto de Biologia da Universidade Nacional Autônoma do México, em 1946, comprovou que as fibras do tecido correspondem as fibras de agave, tais fibras não duram mais do que vinte anos.
Em ampliações da face de Nossa Senhora, os seus olhos, na imagem gravada, parecem refletir o que estava à sua frente em 1531 - Juan Diego, e o bispo, fato que é objeto de  estudo quanto sua veracidade, mas, o que importa, diante da fé?
A força da fé, em favor do bem e coletiva é algo a ser valorizado. Que neste dia 12, Nossa Senhora, a grande mãe, de Guadalupe, das Américas ou de  onde se permitir sua aparição nos cubra com seu manto protetor.
O MILAGRE DA FÉ É FATO PARA QUEM ACREDITA. EU CREIO. EXPERIMENTE, TAMBÉM.
PS: Foi assim... mas,  se necessários dados técnicos: Nossa Senhora de Guadalupe (em espanhol Nuestra Señora de Guadalupe, em náuatle Nicān Mopōhua), também chamada de Virgem de Guadalupe, é um culto mariano originário do México. É considerada pelos católicos a padroeira da Cidade do México (1737), do México (1895), da América Latina (1945) e imperatriz da América (2000). Sua origem está na aparição da Virgem Maria a um pobre índio da tribo Nahua, Juan Diego Cuauhtlatoatzin, em Tepeyac, noroeste da Cidade do México, em 9 de Dezembro de 1531.
(FONTES TÉCNICAS- WIKIPÉDIA)

12-12-12

Que,  à parte as profecias ou crenças acerca deste 12/12/12, possamos, no inusitado da data que não se repetirá, voltar nosso olhar -  quem sabe às 12 (AM ou PM) - à unidade e à paz universal. Que possamos vibrar na energia do amor incondicional pela cura planetária, na essência do sagrado, na verdade do simples, na liberação do ter, na força do ser, na prosperidade de terras, mares e seres vivos, no equilíbrio dos quatro elementos em favor do espírito,  sustentados por um mistério ou milagre maior, neste Deus, que ainda que em crenças tão pessoais nos deseja em origem o BEM E A LUZ. AMÉM.
(Márcia Francisco)

DA FÉ, DA CONFIANÇA E DA INCLUSÃO

(foto: Márcia Francisco - mandala de pés na festa da Aninha e do Vitor)

Meu coração não se acostuma à incapacidade habitual da grande maioria dos seres humanos em acreditar no melhor do outro e, simplesmente  ficar no bom, ao sentir que tornou-se melhor e pensar que o outro também é capaz disso. As pessoas seguem a vida abrindo mão de convivências, amizades, relacionamentos, excluindo outras, com a mesma facilidade em que  se deleta caracteres durante a digitação de um texto. Mas, não se deletam vidas: as pessoas, em ambos os lados, seguem existindo, cada uma à sua maneira, melhores ou não, nesta forma prosseguem iludidas pela imagem de que a exclusão apaga o outro, as dificuldades de convivência, as tristezas ou desilusões, o jeito próprio de achar-se certo.
Não sei se minha maneira de pensar está amalgamada na fé que aprendi em família e na vida, só sei que algo além de qualquer medo de recomeçar se abre em mim, quando, através desta fé, transformo medo em confiança. E, enquanto um cresce – a confiança – o outro - o medo - se esvai e  eu caminho, não me abrindo em aventuras tresloucadas, mas, em convívios translúcidos e que me permitem está transparência de ser e deixar ser. Conviver com as diferenças não é tarefa fácil. E, se por um lado, percebo que me abro ao ser transparente, isso não quer dizer que o outro esteja pronto para receber ou ouvir, ou mesmo queira ouvir ou receber. Talvez seja disso que me esqueça, ou que não me acostumei ainda. Compreendo que pessoas tem tempos diferentes, já que são por si, diversas em história, referências e vivências.  Já sei que é meu tempo atemporal por natureza, ou rápido pelo que denomino fé -  ainda que para outros possa até ser visto como impulso -  que me faz ser sempre a primeira a imaginar que tudo pode ser simples ou, que tudo é para crescer e nos tornar melhores.
Mas, coisa que não entra na minha cabeça é pensar que seres buscadores e afins, com visão aparentemente clara de um todo e de um universo maior, muito maior que nós, possam ficar saciados e em paz com o exercício da exclusão. Quando em âmbitos abrangentes que tratam da dignidade humana: raça, igualdade de direitos, coisas assim, sinto olhares de exclusão, com minha possibilidade cidadã, busco compartilhar  meu olhar de necessária inclusão. Mas, quando se trata de vivências na esfera pessoal: amizades, sentimentos, relacionamentos e outras tantas nuances assim, só posso lamentar, ter gratidão pelo tempo vivido, perdoar (nos) no coração  e seguir adiante aprendendo acerca do amor. A lástima que surge, não é pela exclusão da minha pessoa de uma história, evento, grupo, ou o que for, mas, por constatar que nem todos de nós, estão  prontos vislumbrar o diferente, diante do todo. Pois, quando isso ocorre, junto vem a gentileza, o carinho, o acolhimento, a gratidão, a solidariedade e até a compaixão (pelo tempo de cada um) que celebra no todo a possibilidade de tornar-se melhor, em comunhão, que quer dizer: comum união.
Quando celebramos o todo com olhar de comunhão, nos vemos parte e ainda que haja hierarquias e a devida reverência e respeito, aprendidas ou não, ocorrem  a cura, a transformação e a transmutação e experimentamos a fragrância sutil do amor incondicional. Talvez, seja pretensão do humano, alcançar o ágape, perfeição tão divina - não sou mestra no ágape, mas, também, não amo pela metade. O amor é. É amor, não abre precedentes.
E assim são ou deveriam ser, por exemplo, as amizades. Uma amizade se é amizade é verdadeira e, sempre o será.
Eu fui acreditando que como as andorinhas que voam em bando e em V, para melhorar seu desempenho ou,  como na crença dos círculos presentes em tudo, e em nós: “eu sou um círculo e eu vou te curar, você é um círculo e você vai me curar, juntos somos um”,  podemos fazer novo cada dia ou instante, certos  de que, diante da bondade do Pai, “nada nem ninguém pode nos tornar infelizes sem nosso próprio consentimento”. E na renovação, aprender, ensinar, compartilhar, crescer, amar, viver.
Mas, sigo, pois, são só aspectos do pensamento meu ou de cada um. Que vivam as diferenças e que sobreviva a inclusão!
(Márcia Francisco)