"Viver é a arte de persistir com delicadeza"
Sou brasileira, mineira, belo-horizontina e amo minha terra!
Sou jornalista, escritora, cantora, atriz, poeta, artesã, filha, mãe, mulher.
Acredito na capacidade do ser humano em ser feliz: hoje. Acredito em Deus e no amor. Acredito no sonho, na ação e no sucesso.
Acredito em Maria e Madalena.
Acredito na luz do Espírito Santo, na esperança e na perseverança.
Acredito no indivíduo e sua capacidade de se aperfeiçoar
Acredito na arte e na transmutação, na alma e no coração, na paz e no perdão.
Acredito no condor, no beija-flor e no arco-iris...na força do fogo, do sol, da lua e dos ventos, da água e da terra, dos lobos, das águias...e muito mais!
Acredito na luz do sagrado feminino, na teia abençoada dos círculos de mulheres, das que foram às que virão. Na inspiração do encontro que cria, cura, fia e confia.
O FEMININO EM MIM surge para partilhar esse meu olhar feminino que ACREDITA!
Grata pela sua presença especial.
Márcia Francisco
Sou jornalista, escritora, cantora, atriz, poeta, artesã, filha, mãe, mulher.
Acredito na capacidade do ser humano em ser feliz: hoje. Acredito em Deus e no amor. Acredito no sonho, na ação e no sucesso.
Acredito em Maria e Madalena.
Acredito na luz do Espírito Santo, na esperança e na perseverança.
Acredito no indivíduo e sua capacidade de se aperfeiçoar
Acredito na arte e na transmutação, na alma e no coração, na paz e no perdão.
Acredito no condor, no beija-flor e no arco-iris...na força do fogo, do sol, da lua e dos ventos, da água e da terra, dos lobos, das águias...e muito mais!
Acredito na luz do sagrado feminino, na teia abençoada dos círculos de mulheres, das que foram às que virão. Na inspiração do encontro que cria, cura, fia e confia.
O FEMININO EM MIM surge para partilhar esse meu olhar feminino que ACREDITA!
Grata pela sua presença especial.
Márcia Francisco
domingo, 31 de março de 2013
VIVER É...
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A PROVIDÊNCIA DIVINA
Para quem tem fé
A providência divina
é como um sopro
Surge mesmo
no instante em
que o abismo
se apresenta e
a cegueira
apressa a queda.
Então, Deus
nos pega no colo
e nos resgata
E num vôo de
inexplicável milagre
sussura sua bênção
Depois,
empresta sua Mãe
que nos envolve
em seu manto de luz.
Pura epifania.
(Márcia Francisco)
A providência divina
é como um sopro
Surge mesmo
no instante em
que o abismo
se apresenta e
a cegueira
apressa a queda.
Então, Deus
nos pega no colo
e nos resgata
E num vôo de
inexplicável milagre
sussura sua bênção
Depois,
empresta sua Mãe
que nos envolve
em seu manto de luz.
Pura epifania.
(Márcia Francisco)
*dizem que esta foto foi feita no momento em João Paulo II sofreu o atentado.
Pesquisadores afirmam que não há montagens.
Não sei se esta é a imagemoficial do tal registro, nem me importa saber.
Mais que nunca:
EU ACREDITO EM ANJOS DE RESGATE. (MF)
EU ACREDITO EM ANJOS DE RESGATE. (MF)
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A FORÇA DA FÉ
*foto: Cristo Redentor RJ, por Márcia Francisco - Páscoa 2013
A força da fé
me impressiona a cada dia:
Ela não é só um raio,
é um sol de esperança.
(Márcia Francisco)
me impressiona a cada dia:
Ela não é só um raio,
é um sol de esperança.
(Márcia Francisco)
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FELIZ PÁSCOA!
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O SÁBADO SANTO DE PÁSCOA
*foto: Márcia Francisco, na manhã do Sábado Santo Páscoa 2013, Capela de Nossa Senhora Aparecida, sob o Cristo Redentor - Corcovado/RJ
"O Sábado Santo Páscoa faz parte do mistério do sepulcro vazio, onde não se encontra a morte, mas sim a vida, a alegria e o amor D'Aquele que viveu e vive pra sempre em nosso coração. Rezemos:
Senhor, a terra não te pode conter. Rejubilam os nossos corações na certeza da Tua Ressurreição! Nós cremos, Senhor, mas aumenta a nossa Fé. Ó Espírito Santo, dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da santa Igreja! Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao coração do Senhor Jesus! Um coração grande e forte para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos! Um coração grande e forte, para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa! Um coração grande e forte, constante até o sacrifício, quando for necessário! Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir, humilde, fiel e firmemente a vontade do Pai. Amém."
Senhor, a terra não te pode conter. Rejubilam os nossos corações na certeza da Tua Ressurreição! Nós cremos, Senhor, mas aumenta a nossa Fé. Ó Espírito Santo, dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da santa Igreja! Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao coração do Senhor Jesus! Um coração grande e forte para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos! Um coração grande e forte, para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa! Um coração grande e forte, constante até o sacrifício, quando for necessário! Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir, humilde, fiel e firmemente a vontade do Pai. Amém."
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SÁBADO SANTO DE PASCOA
AUTOESTIMA
Se um dia alguém fizer com que se quebre
a visão bonita que você tem de si,
com muita paciência e amor: a reconstrua.
Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão,
sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante,
você é a sua criação mais valiosa.
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Olhe somente para dentro,
para bem dentro de você
e faça dali o seu lugar de descanso,
conforto e recomposição.
Crie este universo agradável para si.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
(Brahma Kumaris)
*se conservar a fé, em seu coração, ninguém, nem nada "quebrará" seus valores internos. Serão realmente seus. Ainda que a fragilidade aparente lhe adoeça. É seu o poder de criar ou transformar a própria realidade. (Márcia Francisco)
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PÁSCOA = RENOVAÇÃO
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sexta-feira, 29 de março de 2013
MADALENA LAVA OS PÉS DE JESUS
Toda mulher deve lavar os pés de seu amado. Que a Senhora do manto vermelho nos ensine esta humildade devotada e a compreensão do amor incondicional. Sem mais palavras.
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CALVÁRIOS DA PAIXÃO
Nesta madrugada, que se faz início da sexta-feira da Paixão, despertei do sono para refletir sobre as vias do Calvário.
E, numa súbita reverência, duas mulheres saltaram-me aos olhos e me coloquei a reverenciar e refletir então, não a indiscutível significância da Paixão de Cristo, mas, o Calvário de duas Marias: Maria, mãe de Jesus e Maria Madalena.
Imaginar a dor de uma mulher, designada pela espiritualidade divina para ser a mãe do Salvador do mundo, diante das desumanas ações que geraram a Via Crucis, a dor de ver seu filho encaminhar-se para a morte, já morrendo aos poucos, a certeza de que esta profecia seria cumprida, a doação de compreender que aquele propósito se servia, diante de Deus, na visão nazarena, não ao ato em si e sua justificativa pela acusação, mas, a libertação de gerações que se estenderiam a mais de 2000 anos, seria quase impossível aos olhos de uma jovem mãe, que teria que abandonar seu filho após 33 anos de convívio já compartilhado com a vida ordinária. Tão cedo, tão cruel. Maria se entrega ao seu próprio Calvário e missão, aquela que a faria tornar-se Mãe com contrato irrevogável e cláusulas incondicionais, da humanidade inteira. A mãe de filhos e filhas e de milhares e milhares de mães que sofreriam em seqüência, a seu tempo, em sua condição contemporânea seus próprios calvários pessoais. Estas mães que, por razões diversas, perderiam e perdem até hoje, noites de sono em orações ou desespero pelos filhos que estão, se foram ou vão partindo aos poucos, por razões diversas. A Grande Mãe arrastou seu manto junto ao filho, em sofrimento indescritível. A Senhora das Dores que tomaria as dores do mundo, ouviu do próprio filho a mensagem divina de que aquilo deveria ser vivido, por algo maior que tudo e todos os envolvidos pudessem compreender. A visão de que a própria vida é milagre e a existência transcende compreensão terrena e precisa ser vivida na íntegra dignidade da entrega incondicional é, então, cravada na figura de Maria, mãe de Jesus que doa seu filho e ganha a humanidade inteira, como legado maternal, em contraditória dicotomia que lhe traz dor e responsabilidade. Maria de Nazaré entrega seu filho e a si, em sua servidão maior e expande seu manto em proporções universais aos que buscarem a Santa Mãe.
Ao seu lado, outra Maria segue seu próprio Calvário. É Maria Madalena, aquela que nas escrituras conheceriam como a pecadora, com margens inúmeras às interpretações várias das gerações futuras de acordo com seu conhecimento do pecado que o feminino pode cumprir, diante das breves citações nos evangelhos que a tradição divulgaria universalmente. A jovem Madalena, injustiçada por histórias de poder, política de seu tempo e até documentos remanescentes que a biografassem com clara interpretação, foi aprendiz e companheira de Maria por longa data e cumpriu sua devoção, como discípula incansável de seu Mestre Jesus, que revelaria a ela sua primeira aparição após ressurgir. Já nasceu consagrada, mas, expressou sua fé, sob o rótulo de conversão, sem questionamentos, com reverência e entrega humana à dor. Maria mãe, a mulher divina e divinizada universalmente ladeava, Maria Madalena, descrita humana, mulher de vida vivida, convertida e marginalizada. Este paradoxo parece aos olhos de uma compreensão espiritual, bem explicado: se por um lado contamos com a irrevogável condição da pureza imaculada da grande Mãe, nós, mulheres (e, todos os demais humanos, atenção!) passaríamos a ter como outro santo baluarte uma mulher humanizada sob os aspectos mais ordinários possíveis, não por acaso. A força do feminino humano de Madalena, poderia vir a relacionar-se diretamente com o feminino presente em todos nós.
Portanto, meu relato traz na presença das duas Marias, a possibilidade de vislumbrarmos a força do Sagrado Feminino, intrínseca nestes dois ícones históricos, na eterna dualidade que permeia a vida em nós: o divino e o profano. Profano aqui, tido como humanizado, aparentemente contrário ao imaculado, mas, que alcançam unicidade, quando nos permitimos nos referir e evocar as bênçãos da completude do ser.
Minha profunda reverência e emoção ao tentar, 2013 anos depois, imaginar a dor destas mulheres diante na Via Crucis, diante do que se tornaria Calvário próprio, além da compreensão humana, que o tempo faria transcender e eternizar.
Que, realmente, possamos eternizá-las em nossos corações, com respeito e compreensão possíveis e nos lançar, sob as bênçãos destas sacras personagens da história da humanidade, ao aprendizado e ao infinito legado de bênçãos que seus mantos, o azul e o vermelho, já estenderam sobre nós.
A figura humanizada do Cristo e sua dor por nós, soma-se ao feminino destas duas mulheres, em clara completude masculino+feminino, integração exata de equilíbrio possível e força incondicional impressas em cada um de nós.
Que venha, pois, o equilíbrio que traz a entrega, a compreensão e a diária devoção à real missão e cada um de nós. Com amor, muito amor. Amém.
(Márcia Francisco, sexta-feira, 29 de março de 2013, 9h10)
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segunda-feira, 25 de março de 2013
NOSSO BLOG TEM FACEBOOK!
Caros amigos,
desculpem-me pela breve lacuna entre os posts aqui.
É que neste curto período do mês de março, me dediquei a um pedido dos seguidores do nosso facebook do blog: posts para compartilhar.
Aos poucos, irei postar todos aqui, bem como, convido aos que são usuários do Facebook a curtirem nossa página por lá: www.facebook.com/ofemininoemmim
Continuem conosco!
abraço de luz,
Márcia Francisco
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sexta-feira, 8 de março de 2013
PERDÃO, MULHER
Perdão, Mulher,
pela criatividade tolhida,
pela oração escondida,
pelo silêncio forçado
de gerações inteiras,
das sábias mulheres
curandeiras,
pela reza na escuridão
na calada noite
do coração.
Perdão, mulher,
pela inquisição,
pelo uso contrário
do fogo sagrado,
pelas burcas do oriente
e pelos véus do ocidente,
nem tão transparentes,
que ainda escondem você.
Pelas nossas que
se entregaram a luta do
feminismo,
pelo aborto no machismo.
Perdão, mulher,
Pelos equívocos causados
Em milênios de exclusão.
A dor é única
e incontida.
Perdão.
É sua a excelência da vida,
o sagrado reconhecimento
da criação.
Reverencie seu mundo
e o transmita
Na serena consciência
Do feminino.
É seu o dom da transformação,
pois é sua a prece e a lida
a força do amor e do perdão.
Que seja eterna,
esta oração.
(Márcia Francisco, em 08 de março de 2013)
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quinta-feira, 7 de março de 2013
08 de março – Dia Internacional da Mulher!
Ah, a mulher...
tão peculiar em suas características e tão fundamental neste universo pleno em dualidades. Mulher companheira, mãe, filha, profissional. A dona da criação, que traz em si, intuição, força e capacidade para transformar realidades, construir verdades, reconstruir lugares, coisas, pessoas e histórias.
Ser que na história da humanidade guarda memórias tantas que, equivocadas ou não, delinearam seus caminhos. Da mulher submissa e tolhida em suas expressões mais verdadeiras, dos primórdios às inquisições, às desbravadoras feministas que sustentaram revoluções e imprimiram necessárias mudanças à sociedades inteiras inter-fronteiras. E, nos tempos atuais, a mulher que sábia, por natureza intrínseca, reencontra sua força, seu tônus, sua fé e renasce, fênix e, sempre necessária, curadora e curandeira, mater mundi.
Todas e cada uma, proclame e faça saber...
Essa mulher que é em mim e em você, em nossas mães, avós, bisavós, ancestrais seculares, milenares, Marias e Madalenas, Helenas ou Milenas. Esposa do sol, filha da lua, fruto da mãe terra.
Mulher,
Ofereça dores e temores,
retome sua origem, sua razão, sua oração.
É seu o dom do amor e do perdão,
no silêncio ou na canção,
a consciência da gratidão.
Vista-se sagrada senhora, tome o cetro da intuição,
reverencie a mãe divina que repousa tranqüila e sábia
no átrio altar que consagra sua excelência.
O tempo a espera, para a lida, para a vida, para o todo e para o amor.
É seu, o sonho, na dança ou contradança, a viagem e seu sabor.
Tempere seu caldo com louros e alecrins.
Banhe-se de mirra, colha, malvas, margaridas, lírios e girassóis.
Perfume-se de alfazemas, recolha-se em lótus.
Escolha o seu lugar.
(Márcia Francisco)
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
ESTÃO SE ADIANTANDO

Sei que é útil a morte alheia
para quem constrói seu fim.
Mas eles estão indo, apressados,
deixando filhos,obras,amores inacabados
e revoluções por terminar.
Não era isto o combinado.
Alguns se despedem heróicos
outros serenos. Alguns se rebelam
O bom seria partir pleno.
outros serenos. Alguns se rebelam
O bom seria partir pleno.
O que faço? Ainda agora
um apressou seu desenlace
Sigo sem pressa. A morte
exige trabalho, trabalho lento
como quem nasce.
um apressou seu desenlace
Sigo sem pressa. A morte
exige trabalho, trabalho lento
como quem nasce.
Affonso Romano de Sant'Anna
(por ocasião da morte de Bartolomeu Campos de Queirós)
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
NOS LABIRINTOS DO CONHECIMENTO
Quando a tarde veio, dormi um pouco. Ao levantar-me, imersa em reflexões, telefonei à minha irmã, comentei com ela, acerca de aspectos de estudos e interesse nas histórias sagradas e suas entrelinhas, leituras de publicações contemporâneas que abordam histórias de Jesus, Maria, Maria Madalena. Mencionei roteiros sacros interessantes, muito buscados atualmente. E, alguns que têm à frente pessoas comprometidas com a reverência a estes nossos antecedentes que guardaram sabedorias que um dia seriam consideradas milenares, ou que se perderiam no tempo, nas inquisições, nas proibições dos homens e suas interpretações diversas da história crística. Falei de roteiros que contemplam visitas a caminhos, templos, cavernas, capelas, monumentos, lápides, recantos e espaços plenos em significado, força, bênçãos, guardadores de revelações aos porta-vozes irmãos no tempo, para trazer à tona ou inspirar reverência e respeito, como por exemplo, um dos que muito espero conhecer, o Labirinto de Chartres, na França, cujas pétalas e significado têm mudado e fortalecido minha maneira de rezar o Pai Nosso. Labirinto que tatuei no peito, com freqüência mencionado por mim, desde que dele tomei conhecimento, através dos livros da estudiosa Kathleen McGowan (a quem muito admiro), a mim tão bem recomendados, há algum tempo, por outra buscadora, a amiga Heloísa Monteiro.
Diante das inúmeras especulações em torno de muitos destes lugares, histórias que se prendem a detalhes sem importância sagrada, que muitas vezes são as que tomam lugar à mídia com sensacionalismo e espetáculo, sendo em seguida, deixadas de lado e esquecidos pela maioria, continuei minha conversa fraterna, tratando um pouco da riqueza que envolve as mulheres bíblicas que amaram a Deus, assim diria, quase parafraseando o título do livro de Elizabeth George, para designar mulheres de fé e verdades espirituais próprias, que nos denotam emoção e inspiração através de lições práticas de suas vidas, em que, enfrentando desafios de vida, foram levadas às escolhas próprias e talvez, pela fé e intuição que as cercaram, as escolhas certas. Ao lado destas, os discípulos de Jesus - o que para mim, vale lembrar, indubitavelmente inclui Maria Madalena – companheiros, seguidores, respeitáveis, respeitados, responsáveis seres em comunhão com idéias, ideais e conhecimentos do Cristo, num patamar trino, com estas duas vertentes outra mulher sábia se destaca, inigualável, pela característica adicional - mãe, tão incondicionalmente exercida, em caráter eterno de invocações em torno do mundo, muito além do seu tempo, Maria.
No decorrer da conversa, nas múltiplas e quase sempre prolixas (como de costume!), falas com minha interlocutora, ouvi a indagação: “mas você está indo contra o Evangelho?” No silêncio interno que me tomou nos últimos dois dias, quase um retiro (in)voluntário (“in” de propriamente interno mesmo), para que eu pudesse contatar em mim, algo (pretensamente ou não) mais genuíno que o automático e frenético expressar dos dias corridos, com suas manifestações do ego, vaidosas, insensatas, pouco delicadas ou insensíveis, por vezes, fiz um momentâneo silêncio e respondi: “Não. Trata-se exatamente do contrário”. Pouco, depois ao desligar, fortaleci, interiormente a continuação da resposta: compreender o valioso conteúdo deste texto (também), sem no entanto, me furtar a crer no sem número de informações complementares que se perderam através dos tempos, documentos tais, ou sabedorias igualmente milenares passíveis de respeito, consciência e reverência, na intenção reta de nos ajudar no aperfeiçoamento do ser, na compreensão e no resgate do sagrado feminino, tolhido ou mutilado, esquecido ou trancafiado atrás de seculares muralhas reais ou não, em santuários de conhecimento e poder ou nos mais simples casebres e cabanas, do mundo inteiro, na espera da ressurreição em benefício da vida integral.
Neste breve relato ou manifesto, expresso minha gratidão aos incansáveis buscadores de consciência, em sonho ou verdade, antropólogos de alma, homens e mulheres, estudiosos à sós ou em grupo, que doam suas vidas à compreensão e ao contato com a sabedoria divina. Sabedoria que, unindo, alma e coração, ultrapassa limites da fragilidade do corpo e da humana designação de fronteiras entre os povos para quem sabe, imprimir na própria história e na do universo, um contato de refinada grandeza, que alcança o espírito. Santo em profundidade. Além de todos nós. Que assim seja. Pois, no humano, ninguém possui o conhecimento em totalidade.
(Márcia Francisco)
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
"VEM, SENTAR-TE COMIGO LÍDIA..."
"Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quise'ssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Se quise'ssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
E se antes do que eu levares o o'bolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço."
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço."
(FERNANDO PESSOA - Ricardo Reis)
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Vem sentar-te comigo Lídia
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RICARDO REIS, FERNANDO PESSOA!
"Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.
Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.
Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam. "
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam. "
(FERNANDO PESSOA - Ricardo Reis, 1-7-1916)
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SEGUE O TEU DESTINO
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
LA VIRGEN CHINQUINQUIRÁ
(foto: Márcia Francisco, do relicário e rosário mencionados no texto)
Num tempo em que reverencio a Virgem Mãe em estudos pessoais, orações e conhecimentos outros através da leitura do novo livro de Clarissa Pinkola Estés, um presente providencial no Brechó Menestrel: me deparei com esse relicário de La Virgen Chinquinquirá e seu rosário, clamando por mim. Era mesmo meu e nos resgatamos mutuamente. Padroeira na Colômbia, na Venezuela e na Espanha, em sua essência, traz mais um dos tantos nomes dados à mesma Senhora. E, mesmo sem precisar exatamente sua origem nesta peça, chegou às minhas mãos. Mais, tarde, Jonas Bloch comentou comigo que eu havia sido a última a entrar no Brechó, no início da tarde - pouco antes - e arrematar algo e, que já, desmontado, na saleta ao fundo da loja, o mercado de pulgas e variedades deu lugar à um antiquário de mobílias - aliás, igualmente lindo. La Virgen, fechava um ciclo ali, e aqui em BH, já integra meu altar. Amém, que ela siga sua peregrinação em bênçãos e graças. Nesta casa eu a acolho com o coração aberto.
(Márcia Francisco, 11/02/13)
**Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá é uma das invocações católicas para venerar a Virgem Maria. é a padroeira venerada em cidades da Colômbia, Venezuela, Peru e Espanha.
A história:
Chiquinquirá é uma pequena cidade situada às margens do rio Suárez, na Colômbia. É também conhecida como capital da província do ocidente e capital religiosa da nação. Seu nome, na língua dos índios chibcha, significa "povo sacerdotal".
No século XVI, os missionários dominicanos chegaram na Colômbia, portando a imagem de Nossa Senhora para converter os indígenas ao catolicismo. Um dos colonizadores era Dom Antonio de Santana um homem muito rico, designado como administrador das aldeias de Sutmarchán e Chiquinquirá. Devoto da Virgem do Rosário ele pediu ao padre dominicano, André Jadraque, que providenciasse uma imagem dessa invocação para colocar na capela erguida em Sutmarchán. A encomenda foi passada ao pintor Alonso de Narváez, radicado na região. Num tecido rústico de algodão fabricado pelos índios, o artista pintou a imagem de Maria do Rosário ladeada pelos Apóstolo Santo André e Santo Antonio de Pádua. A inclusão dos dois santos foi iniciativa de Alonso, pois sobrara espaço suficiente na tela para homenagear os padroeiros do padre e do administrador, seus clientes.
O quadro foi colocado no altar da capela de Sutmarchán durante a missa de inauguração da capela, em 1562 e ficou exposto para veneração popular durante doze anos. Depois, já quase apagado e corroído pela umidade, foi levado à casa da fazenda dos Santana em Chiquinquirá. Em 1577, Dom Antonio faleceu e a viúva Dona Joana, se retirou para aquela propriedade. Na arrumação da chegada, o quadro do Virgem do Rosário foi colocado num canto da capela e lá ficou esquecido.
Oito anos depois chegou na fazenda Maria Ramos, uma cunhada do falecido Dom Antonio, vinda da Espanha para ajudar nos trabalhos domésticos da casa. A piedosa mulher não se acostumava à nova residência e ao clima do país, por isso rezava muito à Virgem Maria. Certo dia resolveu organizar a capela e limpou o quadro da melhor maneira possível, mas não conseguiu saber de que devoção se tratava. Quando soube que era uma antiga pintura de Nossa Senhora do Rosário, pendurou o quadro num lugar de destaque da capela e passou a rezar diante dele. Algum tempo depois, Maria Ramos começou a suplicar à Virgem do Rosário que tivesse a felicidade de identificar o seu vulto naquele quadro, que mais parecia um borrão de tinta. E assim procedia diariamente durante a oração do Rosário.
Maria Ramos teve as preces atendidas no dia 26 de dezembro de 1586, quando ocorreu o milagre. Ela saia da capela quando uma índia cristã chamou sua atenção para a tela toda iluminada. Elas notaram que as cores do quadro ficaram mais fortes e a pintura voltou a ser nítida outra vez. As duas começaram a gritar felizes por Dona Joana. Então as três mulheres se ajoelharam diante da Virgem do Rosário e louvaram a Deus pela bondosa graça.
Naquele lugar, em 1608, foi construída uma igreja que se tornou Santuário e em 1812, foi consagrada Basílica dedicada a Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá. Quatro anos depois, na luta da independência da Colômbia, a Virgem recebeu a mais alta patente do Exercito. E com a vitória o próprio Simon Bolívar, o libertador, humildemente foi à Basílica agradecer e depositar sua espada aos pés da Mãe Santíssima. O Papa Pio VII declarou solenemente Padroeira da Colômbia, Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, em 1829, para ser celebrada no dia 09 de julho. Mas o povo a homenageia também em 26 de dezembro, data do primeiro milagre do quadro. A coroação canônica ocorreu em 1919.
Em 18 de novembro de 1794, se repetiu o milagre da renovação da imagem dessa invocação, desta vez pintada em madeira, na cidade de Maracaibo, Venezuela. Uma igreja foi erguida no local do prodígio. A fama dos milagres se manteve vigorosa através dos tempos e os venezuelanos passaram a invocar "La Chinita", como amorosamente nomearam a Virgem do Rosário de Maracaibo. Assim, em 18 de novembro de 1942, a Igreja Católica coroou canonicamente a imagem da Padroeira de Maracaibo. Foi a primeira celebração oficial no seu dia. Além disso, a igreja onde se venera a imagem milagrosa venezuelana foi consagrada como: Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá de Maracaibo.
No século XVI, os missionários dominicanos chegaram na Colômbia, portando a imagem de Nossa Senhora para converter os indígenas ao catolicismo. Um dos colonizadores era Dom Antonio de Santana um homem muito rico, designado como administrador das aldeias de Sutmarchán e Chiquinquirá. Devoto da Virgem do Rosário ele pediu ao padre dominicano, André Jadraque, que providenciasse uma imagem dessa invocação para colocar na capela erguida em Sutmarchán. A encomenda foi passada ao pintor Alonso de Narváez, radicado na região. Num tecido rústico de algodão fabricado pelos índios, o artista pintou a imagem de Maria do Rosário ladeada pelos Apóstolo Santo André e Santo Antonio de Pádua. A inclusão dos dois santos foi iniciativa de Alonso, pois sobrara espaço suficiente na tela para homenagear os padroeiros do padre e do administrador, seus clientes.
O quadro foi colocado no altar da capela de Sutmarchán durante a missa de inauguração da capela, em 1562 e ficou exposto para veneração popular durante doze anos. Depois, já quase apagado e corroído pela umidade, foi levado à casa da fazenda dos Santana em Chiquinquirá. Em 1577, Dom Antonio faleceu e a viúva Dona Joana, se retirou para aquela propriedade. Na arrumação da chegada, o quadro do Virgem do Rosário foi colocado num canto da capela e lá ficou esquecido.
Oito anos depois chegou na fazenda Maria Ramos, uma cunhada do falecido Dom Antonio, vinda da Espanha para ajudar nos trabalhos domésticos da casa. A piedosa mulher não se acostumava à nova residência e ao clima do país, por isso rezava muito à Virgem Maria. Certo dia resolveu organizar a capela e limpou o quadro da melhor maneira possível, mas não conseguiu saber de que devoção se tratava. Quando soube que era uma antiga pintura de Nossa Senhora do Rosário, pendurou o quadro num lugar de destaque da capela e passou a rezar diante dele. Algum tempo depois, Maria Ramos começou a suplicar à Virgem do Rosário que tivesse a felicidade de identificar o seu vulto naquele quadro, que mais parecia um borrão de tinta. E assim procedia diariamente durante a oração do Rosário.
Maria Ramos teve as preces atendidas no dia 26 de dezembro de 1586, quando ocorreu o milagre. Ela saia da capela quando uma índia cristã chamou sua atenção para a tela toda iluminada. Elas notaram que as cores do quadro ficaram mais fortes e a pintura voltou a ser nítida outra vez. As duas começaram a gritar felizes por Dona Joana. Então as três mulheres se ajoelharam diante da Virgem do Rosário e louvaram a Deus pela bondosa graça.
Naquele lugar, em 1608, foi construída uma igreja que se tornou Santuário e em 1812, foi consagrada Basílica dedicada a Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá. Quatro anos depois, na luta da independência da Colômbia, a Virgem recebeu a mais alta patente do Exercito. E com a vitória o próprio Simon Bolívar, o libertador, humildemente foi à Basílica agradecer e depositar sua espada aos pés da Mãe Santíssima. O Papa Pio VII declarou solenemente Padroeira da Colômbia, Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, em 1829, para ser celebrada no dia 09 de julho. Mas o povo a homenageia também em 26 de dezembro, data do primeiro milagre do quadro. A coroação canônica ocorreu em 1919.
Em 18 de novembro de 1794, se repetiu o milagre da renovação da imagem dessa invocação, desta vez pintada em madeira, na cidade de Maracaibo, Venezuela. Uma igreja foi erguida no local do prodígio. A fama dos milagres se manteve vigorosa através dos tempos e os venezuelanos passaram a invocar "La Chinita", como amorosamente nomearam a Virgem do Rosário de Maracaibo. Assim, em 18 de novembro de 1942, a Igreja Católica coroou canonicamente a imagem da Padroeira de Maracaibo. Foi a primeira celebração oficial no seu dia. Além disso, a igreja onde se venera a imagem milagrosa venezuelana foi consagrada como: Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá de Maracaibo.
(fonte: Paulinas)
"Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá
A quem Deus quer fazer muito santo
o torna muito devoto da Santíssima Virgem."
o torna muito devoto da Santíssima Virgem."
Santo Afonso
Hino Oficial da Coroaão de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquira
Letra: Graciela Rincón de Calcaño
Gloria a ti casta señora
|
de mi pueblo
|
que en la vida y en la muerte
|
ama y lucha, canta y ora
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I
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Autóctona Virgen
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de rostro bronceado
|
mi lago encantado
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te exorma los pies
|
con rizos y ondas
|
de armónico halago
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y reina del lago
|
te digan doquier
|
II
|
Bruñeron tus sienes
|
con lirios plasmados
|
ígneas llamaradas
|
de eterno brillar
|
por eso mi tierra
|
que el trópico inflama
|
del sol te proclama
|
la reina inmortal
|
III
|
La entrada fecunda
|
del suelo nativo
|
por ti fluya un vivo
|
tesoro sin fin
|
rivera y llano
|
laguna y sierra
|
reina de mi tierra
|
te llamen a ti
|
IV
|
Y por que mi carta
|
florezca en virtudes
|
tus excelsitudes
|
proclame la grey
|
reina de mi tribu
|
llamándote en tanto
|
la dicha o el llanto
|
nos calmen. Amen
|
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domingo, 10 de fevereiro de 2013
EGRÉGORA
"Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade, A egrégora acumula a energia de várias freqüências Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando a egrégora para que ela incorpore às dos demais". Ou seja, egrégora é a somatória de energias mentais, criadas por grupos ou agrupamentos, que se concentram em virtude da força vibratória gerada ser harmônica."
(fonte: formação de egrégora-página facebook)
PENSE BEM ANTES DE CONECTAR PESSOAS OU À PESSOAS, ESCOLHA CONSCIENTEMENTE MISSÃO E OBJETIVOS, PARA QUE AS ENERGIAS SEJAM SEMPRE PARA O BEM, CRESCIMENTO PESSOAL E COLETIVO, PELA PAZ ; PARA QUE ENERGIAS MENTAIS NEGATIVAS NÃO SE PROPAGUEM E PARA QUE NÃO HAJA DESRESPEITO CONSIGO, COM A EGRÉGORA E COM OS SERES QUE COM ELA SE CONECTAM. ESCOLHA SEMPRE O AMOR: DIVINO, INCONDICIONAL, INCLUSIVO. QUE TUDO PODE, COMPREENDE, DISSOLVE, AGREGA, CONGREGA, HUMANIZA E ETERNIZA.
(Márcia Francisco
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
AMOR DE MÃE E FILHA
AMOR DE MÃE E FILHA GUARDA SEGREDOS,
FEITO RECEITA DE FAMÍLIA!
É DIÁRIO INFINITO,
DE ALEGRIA DO MAIS PURO SABOR!
(Márcia Francisco)
FEITO RECEITA DE FAMÍLIA!
É DIÁRIO INFINITO,
DE ALEGRIA DO MAIS PURO SABOR!
(Márcia Francisco)
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